{"id":10044,"date":"2026-04-29T07:30:21","date_gmt":"2026-04-29T07:30:21","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=10044"},"modified":"2026-04-02T11:48:10","modified_gmt":"2026-04-02T11:48:10","slug":"abc-um-seculo-moldando-a-ciencia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=10044","title":{"rendered":"ABC: um s\u00e9culo moldando a ci\u00eancia brasileira"},"content":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da ci\u00eancia organizada no Brasil passa, inevitavelmente, pela trajet\u00f3ria da <a href=\"https:\/\/www.abc.org.br\/\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC)<\/span><\/strong><\/a>. Fundada em 3 de maio de 1916, no Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital da Rep\u00fablica, a institui\u00e7\u00e3o nasceu de encontros informais entre professores da Escola Polit\u00e9cnica e rapidamente se expandiu com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores de centros como o <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/observatorio\/pt-br\"><strong>Observat\u00f3rio Nacional<\/strong><\/a>,<\/span> o <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.museunacional.ufrj.br\/\"><strong>Museu Nacional<\/strong><\/a><\/span> e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ioc.fiocruz.br\/\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Instituto Oswaldo Cruz<\/span><\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Inicialmente batizada de <em>Sociedade Brasileira de Sciencias<\/em>, a entidade surgiu inspirada em modelos internacionais, como as academias europeias, com o objetivo de consolidar a pesquisa cient\u00edfica no pa\u00eds. Desde o in\u00edcio, a proposta era clara: estruturar um espa\u00e7o de interc\u00e2mbio intelectual capaz de impulsionar o desenvolvimento cient\u00edfico nacional.<\/p>\n<p>\u00c0 frente desse movimento estava o astr\u00f4nomo Henrique Morize, primeiro presidente da institui\u00e7\u00e3o, que ajudou a estabelecer uma organiza\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma, independente do governo, ainda que com expectativa de apoio p\u00fablico. Essa caracter\u00edstica marcaria profundamente a atua\u00e7\u00e3o da ABC ao longo de sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"ciencia-como-projeto-de-pais\">Ci\u00eancia como projeto de pa\u00eds<\/h4>\n<p>Desde seus primeiros anos, a ABC assumiu um papel estrat\u00e9gico ao defender a ci\u00eancia como base do desenvolvimento nacional. Entre suas prioridades estava a produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do conhecimento, materializada na cria\u00e7\u00e3o de seu peri\u00f3dico cient\u00edfico, que daria origem aos <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/aabc\/\"><strong>Anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias<\/strong><\/a><\/span> \u2014 hoje a revista cient\u00edfica mais antiga do pa\u00eds em circula\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o enfrentou dificuldades iniciais, com periodicidade irregular, mas se consolidou a partir de 1929. Um epis\u00f3dio emblem\u00e1tico desse per\u00edodo foi a publica\u00e7\u00e3o, em 1926, de um artigo de Albert Einstein, evidenciando o alcance internacional que a institui\u00e7\u00e3o j\u00e1 come\u00e7ava a construir. (<strong>Figura 1<\/strong>)<\/p>\n<h6 id=\"figura-1-albert-einstein-em-visita-a-sede-da-abc-em-1925foto-arquivo-abc-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-10046\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig1-300x150.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig1-300x150.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig1-768x384.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig1-18x9.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig1.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 1. Albert Einstein em visita \u00e0 sede da ABC em 1925<br \/>\n<\/strong>(Foto: Arquivo ABC. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo das d\u00e9cadas, a ABC tamb\u00e9m se envolveu diretamente em debates estruturantes sobre o Brasil, defendendo a import\u00e2ncia da ci\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o, na industrializa\u00e7\u00e3o e na inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Mais do que produzir conhecimento, a institui\u00e7\u00e3o buscava moldar um projeto de pa\u00eds baseado em uma base cient\u00edfica s\u00f3lida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"estrutura-expansao-e-diversidade-do-conhecimento\">Estrutura, expans\u00e3o e diversidade do conhecimento<\/h4>\n<p>Inspirada na Academia Francesa de Ci\u00eancias, a ABC come\u00e7ou com tr\u00eas grandes \u00e1reas \u2014 matem\u00e1tica, ci\u00eancias f\u00edsico-qu\u00edmicas e ci\u00eancias biol\u00f3gicas \u2014, refletindo a organiza\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Com o tempo, essa estrutura se expandiu e se diversificou, acompanhando a complexidade crescente da ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Hoje, a institui\u00e7\u00e3o re\u00fane dez \u00e1reas especializadas, incluindo engenharias, ci\u00eancias da sa\u00fade, agr\u00e1rias e humanas, evidenciando uma amplia\u00e7\u00e3o significativa de escopo. Essa evolu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m reflete mudan\u00e7as na pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia, cada vez mais interdisciplinar.<\/p>\n<p>Outro aspecto importante \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o de seus membros. A ABC re\u00fane cientistas de excel\u00eancia, tanto brasileiros quanto estrangeiros, al\u00e9m de colaboradores e jovens afiliados, criando um ambiente que combina tradi\u00e7\u00e3o, renova\u00e7\u00e3o e interc\u00e2mbio internacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"entre-crises-e-consolidacao-institucional\">Entre crises e consolida\u00e7\u00e3o institucional<\/h4>\n<p>A trajet\u00f3ria da ABC tamb\u00e9m \u00e9 marcada por desafios. Ao longo do s\u00e9culo XX, a institui\u00e7\u00e3o enfrentou dificuldades financeiras e estruturais, incluindo a perda de sua sede na d\u00e9cada de 1920, o que obrigou seus membros a se reunirem em diferentes locais por d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"a-criacao-da-academia-brasileira-de-ciencias-abc-em-3-de-maio-de-1916-representou-um-marco-na-historia-cientifica-do-brasil\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><em>\u201cA cria\u00e7\u00e3o da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC) em 3 de maio de 1916 representou um marco na hist\u00f3ria cient\u00edfica do Brasil.\u201d <\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi apenas em 1960 que a ABC conseguiu se estabelecer definitivamente em sua atual sede, no centro do Rio de Janeiro, ap\u00f3s um longo processo de busca por estabilidade institucional. Esse per\u00edodo foi crucial para a sobreviv\u00eancia da entidade, que precisou equilibrar crescimento, renova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade financeira. Figuras como Artur Moses desempenharam papel fundamental nesse processo, garantindo a continuidade das atividades cient\u00edficas e da publica\u00e7\u00e3o dos Anais, mesmo em contextos adversos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"influencia-decisiva-na-ciencia-brasileira\">Influ\u00eancia decisiva na ci\u00eancia brasileira<\/h4>\n<p>Ao longo de sua hist\u00f3ria, a ABC teve atua\u00e7\u00e3o decisiva na cria\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es-chave da ci\u00eancia brasileira. <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/cnpq\/pt-br\"><strong>O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq)<\/strong><\/a><\/span>, por exemplo, teve origem em um projeto concebido no interior da Academia.<\/p>\n<p>Outras institui\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, como o <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpe\/pt-br\"><strong>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)<\/strong><\/a>, o <a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpa\/pt-br\"><strong>Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia<\/strong> <strong>(INPA)<\/strong><\/a><\/span> e a <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/cnen\/pt-br\"><strong>Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (CNEN)<\/strong><\/a><\/span>, tamb\u00e9m surgiram a partir de iniciativas ou articula\u00e7\u00f5es envolvendo seus membros. Al\u00e9m disso, a Academia contribuiu para a moderniza\u00e7\u00e3o de universidades e para a cria\u00e7\u00e3o de entidades cient\u00edficas como a <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/portal.sbpcnet.org.br\/\"><strong>Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC)<\/strong><\/a><\/span>. Esse protagonismo evidencia o papel da ABC n\u00e3o apenas como espa\u00e7o de reflex\u00e3o, mas como agente ativo na constru\u00e7\u00e3o da infraestrutura cient\u00edfica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"intercambio-internacional-e-circulacao-do-conhecimento\">Interc\u00e2mbio internacional e circula\u00e7\u00e3o do conhecimento<\/h4>\n<p>Desde cedo, a ABC buscou estabelecer conex\u00f5es internacionais, promovendo interc\u00e2mbios cient\u00edficos e coopera\u00e7\u00f5es com institui\u00e7\u00f5es estrangeiras. Conv\u00eanios com organiza\u00e7\u00f5es como a <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.jsps.go.jp\/english\/\"><strong><em>Japan Society for the Promotion of Science<\/em><\/strong><\/a> <\/span>e centros de pesquisa internacionais fortaleceram essa dimens\u00e3o global.<\/p>\n<p>Eventos, confer\u00eancias e visitas de cientistas estrangeiros tamb\u00e9m marcaram a trajet\u00f3ria da ABC, ampliando o di\u00e1logo com a comunidade cient\u00edfica mundial. Em celebra\u00e7\u00f5es recentes, a presen\u00e7a de laureados com o Pr\u00eamio Nobel e lideran\u00e7as cient\u00edficas internacionais reafirma esse papel de articula\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"a-abc-foi-muito-importante-para-a-institucionalizacao-e-profissionalizacao-da-ciencia-no-brasil\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><em>\u201cA ABC foi muito importante para a institucionaliza\u00e7\u00e3o e profissionaliza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia no Brasil.\u201d <\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa circula\u00e7\u00e3o de ideias e pesquisadores contribui n\u00e3o apenas para o avan\u00e7o cient\u00edfico, mas tamb\u00e9m para a inser\u00e7\u00e3o do Brasil em debates estrat\u00e9gicos sobre temas como energia, meio ambiente e desigualdade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"ciencia-politica-e-desafios-contemporaneos\">Ci\u00eancia, pol\u00edtica e desafios contempor\u00e2neos<\/h4>\n<p>Reconhecida oficialmente como parte do sistema nacional de ci\u00eancia e tecnologia a partir de 1967, a ABC consolidou-se como uma voz qualificada na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. Seus estudos e relat\u00f3rios t\u00eam orientado decis\u00f5es em \u00e1reas como educa\u00e7\u00e3o, sustentabilidade, energia e sa\u00fade.<\/p>\n<p>Mais de um s\u00e9culo ap\u00f3s sua funda\u00e7\u00e3o, a Academia Brasileira de Ci\u00eancias permanece como uma das principais institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas do pa\u00eds, combinando tradi\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o. Sua trajet\u00f3ria revela n\u00e3o apenas a hist\u00f3ria da ci\u00eancia no Brasil, mas tamb\u00e9m as tens\u00f5es e desafios de construir conhecimento em um pa\u00eds marcado por desigualdades. (<strong>Figura 2<\/strong>)<\/p>\n<h6 id=\"figura-2-exposicao-interativa-comemora-100-anos-da-abcfoto-abc-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-10045\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2-300x225.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2-768x576.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2-16x12.jpg 16w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2-800x600.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/CB-ABC-fig2.jpg 850w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 2. Exposi\u00e7\u00e3o interativa comemora 100 anos da ABC<br \/>\n<\/strong>(Foto: ABC. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo desse percurso, a ABC reafirmou continuamente a ci\u00eancia como um bem p\u00fablico e um instrumento essencial para o desenvolvimento social e econ\u00f4mico. Em um cen\u00e1rio global de r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es, sua atua\u00e7\u00e3o segue sendo fundamental para articular a comunidade cient\u00edfica e contribuir para o futuro do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"capa-divulgacao\">Capa. Divulga\u00e7\u00e3o.<\/h6>\n<h6 id=\"\"><\/h6>\n<h6 id=\"ciencia-cultura-2022-by-sbpc-is-licensed-under-cc-by-sa-4-0\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #808080;\"><a style=\"color: #808080;\" href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\">Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/a>\u00a0\u00a9 2022 by\u00a0<a style=\"color: #808080;\" href=\"http:\/\/www.sbpcnet.org.br\/\">SBPC<\/a>\u00a0is licensed under\u00a0<a style=\"color: #808080;\" href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/4.0\/\">CC BY-SA 4.0 \u00a0 <\/a><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/mirrors.creativecommons.org\/presskit\/icons\/cc.svg\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/mirrors.creativecommons.org\/presskit\/icons\/by.svg\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/mirrors.creativecommons.org\/presskit\/icons\/sa.svg\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" \/><\/span><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A hist\u00f3ria da ci\u00eancia organizada no Brasil passa, inevitavelmente, pela trajet\u00f3ria da&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":10047,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10044"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10044"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10044\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10049,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10044\/revisions\/10049"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/10047"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}