{"id":1898,"date":"2022-04-14T09:12:10","date_gmt":"2022-04-14T09:12:10","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=1898"},"modified":"2022-04-14T14:20:35","modified_gmt":"2022-04-14T14:20:35","slug":"medicinas-tradicionais-agora-sao-descritores-oficiais-de-artigos-cientificos-descritores-em-ciencias-da-saude-decs-mesh-incluiu-as-medicinas-tradicionais-complementares-e-integrativas-mtci-como-n","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=1898","title":{"rendered":"Medicinas tradicionais agora s\u00e3o descritores oficiais de artigos cient\u00edficos"},"content":{"rendered":"<p>As <a href=\"https:\/\/www.paho.org\/pt\/noticias\/5-4-2022-decsmesh-conta-com-mtci-como-nova-categoria-tematica\">medicinas tradicionais, complementares e integrativas (MTCI)<\/a>\u00a0 compreendem uma s\u00e9rie de sistemas m\u00e9dicos, terap\u00eauticos e de pr\u00e1ticas de sa\u00fade, que t\u00eam em comum uma vis\u00e3o abrangente dos seres vivos, da sa\u00fade e da doen\u00e7a. Alguns desses sistemas fazem parte das tradi\u00e7\u00f5es e saberes ancestrais de culturas antigas, outros s\u00e3o propostas inovadoras que promovem uma vis\u00e3o hol\u00edstica da vida, da sa\u00fade, dos processos de doen\u00e7a, cuidado, recupera\u00e7\u00e3o, reabilita\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo da morte.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, at\u00e9 hoje eles ficaram de foram dos Descritores em Ci\u00eancias da Sa\u00fade (DeCS\/MeSH), o mais importante reposit\u00f3rio de artigos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>O DeCS\/MeSH foi criado\u00a0pelo\u00a0Centro Latino-Americano e do Caribe de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade \u2014 tamb\u00e9m conhecido pelo seu nome original Biblioteca Regional de Medicina (<a href=\"http:\/\/new.paho.org\/bireme\/\">Bireme<\/a>) \u2014 para servir como uma linguagem \u00fanica na indexa\u00e7\u00e3o de artigos de revistas cient\u00edficas, livros, anais de congressos, relat\u00f3rios t\u00e9cnicos, e outros tipos de materiais. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m visa ser usado na pesquisa e recupera\u00e7\u00e3o de assuntos da literatura cient\u00edfica nas fontes de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis na Biblioteca Virtual em Sa\u00fade (<a href=\"http:\/\/bvsalud.org\/\">BVS<\/a>) como\u00a0<em>Lilacs<\/em>,\u00a0<em>MedLine<\/em>\u00a0e outras.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 a de inserir, a partir da pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do DeCS\/MeSH, uma categoria de c\u00f3digo [MT] denominada \u201cMedicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas\u201d, contendo 89 descritores hierarquizados, dos quais 38 seriam novos no tesauro. A inclus\u00e3o surge da necessidade de representar a literatura especializada dessa \u00e1rea do conhecimento.<\/p>\n<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana de Sa\u00fade (Opas), as MTCI constituem importante modelo de cuidado \u00e0 sa\u00fade, sendo em muitos pa\u00edses a principal oferta de servi\u00e7os \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Em outros pa\u00edses, a forma de inser\u00e7\u00e3o nos sistemas de sa\u00fade acontece de forma complementar ao sistema convencional. O Brasil \u00e9 refer\u00eancia mundial no campo das MTCI no que diz respeito \u00e0 inser\u00e7\u00e3o destas pr\u00e1ticas no sistema p\u00fablico de sa\u00fade.<\/p>\n<p><em>* Com informa\u00e7\u00f5es da ONU Brasil<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Imagem: <a href=\"https:\/\/unsplash.com\/photos\/bd_fCZhy_W8\">Unsplash<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"As medicinas tradicionais, complementares e integrativas (MTCI)\u00a0 compreendem uma s\u00e9rie de sistemas&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":1899,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1898"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1898"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1898\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1902,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1898\/revisions\/1902"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1899"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1898"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1898"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1898"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}