{"id":2116,"date":"2022-05-09T14:37:22","date_gmt":"2022-05-09T14:37:22","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2116"},"modified":"2022-05-09T14:37:22","modified_gmt":"2022-05-09T14:37:22","slug":"covid-19-causou-pelo-menos-149-milhoes-de-mortes-diretas-ou-indiretas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2116","title":{"rendered":"Covid-19 causou pelo menos 14,9 milh\u00f5es de mortes diretas ou indiretas"},"content":{"rendered":"<p>14,9 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo morreram devido ao covid-19, direta ou indiretamente. Isso representa 9,4 milh\u00f5es de mortes a mais que o total reportado como sendo causado pelo novo coronav\u00edrus. Esse \u00e9 o resultado de dois anos de pandemia, segundo os \u00faltimos dados da <a href=\"https:\/\/www.who.int\/\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS)<\/a>.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros, anunciados na \u00faltima semana pela OMS, correspondem ao per\u00edodo entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021 e representam um total quase tr\u00eas vezes maior do que o anunciado oficialmente.\u00a0At\u00e9 agora, a OMS havia contabilizado 5,4 milh\u00f5es de \u00f3bitos relatados \u00e0 ag\u00eancia da ONU pelas autoridades sanit\u00e1rias de todo o mundo. Os novos dados mostram a alta subnotifica\u00e7\u00e3o de casos em todo o mundo.<\/p>\n<h3 id=\"calculo\"><strong>C\u00e1lculo<\/strong><\/h3>\n<p>A nova an\u00e1lise foi realizada por especialistas do Grupo T\u00e9cnico Consultivo para Avalia\u00e7\u00e3o de Mortalidade pela Covid-19 e consultas aos pa\u00edses, que\u00a0utilizaram uma nova metodologia \u201cpara gerar estimativas de mortalidade compar\u00e1veis, mesmo quando os dados est\u00e3o incompletos ou indispon\u00edveis.\u201d<\/p>\n<p>Os dados inclu\u00edram mortes diretas associadas \u00e0 covid-19 ou \u00f3bitos indiretos devido ao impacto da crise nos sistemas de sa\u00fade e na sociedade.\u00a0\u00a0Nas mortes indiretamente ligadas ao coronav\u00edrus se consideram condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade para as quais as pessoas n\u00e3o tiveram acesso \u00e0 preven\u00e7\u00e3o e tratamento devido \u00e0 sobrecarga dos sistemas de sa\u00fade.<\/p>\n<h3 id=\"excesso\"><strong>Excesso <\/strong><\/h3>\n<p>Segundo a OMS, a maioria das mortes em excesso, ou 84%, est\u00e1 concentrada no Sudeste Asi\u00e1tico, Europa e Am\u00e9ricas. Apenas 10 pa\u00edses em todo o mundo apresentam cerca de 68%.\u00a0\u00a0Economias de renda m\u00e9dia respondem por 81% das 14,9 milh\u00f5es de mortes em excesso. Destas, cerca de 53% em na\u00e7\u00f5es de rendas m\u00e9dia-baixa e 28% em pa\u00edses de renda-m\u00e9dia alta durante os 24 meses.<\/p>\n<p>As estimativas para o per\u00edodo em an\u00e1lise tamb\u00e9m consideraram o excesso de mortalidade por idade e sexo. O maior n\u00famero de v\u00edtimas fatais foram homens (57%) e idosos.<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo do excesso de mortalidade \u00e9 a diferen\u00e7a entre o n\u00famero de mortes que ocorreram e o n\u00famero esperado na aus\u00eancia da pandemia com base em dados de anos anteriores.\u00a0A estimativa de mortes em excesso tamb\u00e9m pode ser influenciada por \u00f3bitos evitados na crise devido aos menores riscos de determinados eventos, como acidentes automobil\u00edsticos ou acidentes de trabalho.\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><em>* Com informa\u00e7\u00f5es da <a href=\"http:\/\/news.un.org\">ONU<\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"imagem-freepik-com\">Imagem: <a href=\"https:\/\/br.freepik.com\/fotos-gratis\/covid-19-coronavirus-renderizacao-de-virus-3d-em-segundo-plano_13180244.htm#query=covid&amp;position=5&amp;from_view=search\">Freepik.com<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"14,9 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo morreram devido ao covid-19,&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":2117,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2116"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2116"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2116\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2118,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2116\/revisions\/2118"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2117"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}