{"id":2622,"date":"2022-08-22T14:33:20","date_gmt":"2022-08-22T14:33:20","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2622"},"modified":"2022-08-23T10:22:40","modified_gmt":"2022-08-23T10:22:40","slug":"navegadores-e-exploradores-dos-seculos-16-e-17","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2622","title":{"rendered":"Navegadores e exploradores dos s\u00e9culos 16 e 17"},"content":{"rendered":"<p>Enquanto trabalhava para os espanhois, o mercador, explorador e navegador da Rep\u00fablica de Veneza, Am\u00e9rico Vesp\u00facio (1454-1512) viajou pela primeira vez para o Novo Mundo em 1499, numa expedi\u00e7\u00e3o n\u00e3o comandada por Colombo. Nessa viagem ele teve a oportunidade de conhecer s\u00f3 o norte do Brasil, mas teria descoberto a foz do Amazonas.<\/p>\n<p>Passando a trabalhar para os portugueses, ele fez duas viagens para o Brasil, a primeira em 1501. A chegada foi no Rio Grande do Norte, no cabo de S\u00e3o Roque. Acidentes geogr\u00e1ficos receberam nomes at\u00e9 Cananeia, no extremo sul do atual estado de S\u00e3o Paulo. Geralmente os nomes honravam o santo cat\u00f3lico do dia da descoberta, sendo que a maioria deles se manteve at\u00e9 hoje. Vesp\u00facio teria seguido at\u00e9 a Patag\u00f4nia. Provavelmente nessa viagem ele passou a ter certeza de que o Brasil fazia parte de um novo continente que receberia seu nome, Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>A segunda viagem dele foi em 1503. O reconhecimento come\u00e7ou pelo arquip\u00e9lago de Fernando de Noronha e seguiu para o sul. Foi fundanda uma feitoria e um forte em Cabo Frio.<\/p>\n<p>Alega-se que o navegador e explorador espanhol Vicente Y\u00e1\u00f1ez Pinz\u00f3n (1462-1514), teria chegado ao cabo de Santo Agostinho (pouco ao sul do Recife), cerca de tr\u00eas meses antes de Cabral chegar \u00e0 Bahia. Na continuidade dessa viagem, ele percorreu o litoral norte do Brasil e testemunhou a pororoca na foz do rio que ele teria descoberto, o Amazonas. Mas Vesp\u00facio teria descoberto pouco antes, e Pinz\u00f3n teria conhecido s\u00f3 o norte do Brasil.<\/p>\n<p>Em 1519 j\u00e1 vimos que Magalh\u00e3es navegou pelo litoral do Brasil, no itiner\u00e1rio de sua circunavega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Enquanto trabalhava para os espanhois, o mercador, explorador e navegador da Rep\u00fablica&hellip;\n","protected":false},"author":44,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[144],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2622"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/44"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2622"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2622\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2623,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2622\/revisions\/2623"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2622"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2622"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2622"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}