{"id":2833,"date":"2022-07-21T10:21:54","date_gmt":"2022-07-21T10:21:54","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2833"},"modified":"2022-07-21T10:21:54","modified_gmt":"2022-07-21T10:21:54","slug":"outros-modernismos-outras-regioes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2833","title":{"rendered":"Outros modernismos, outras regi\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"o-que-acontecia-nas-outras-regioes-durante-a-semana-de-arte-moderna-de-sao-paulo\"><span style=\"color: #808080;\">O que acontecia nas outras regi\u00f5es durante a Semana de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo?<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A centralidade de S\u00e3o Paulo e o modernismo nas diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds est\u00e3o no centro do debate neste v\u00eddeo que traz as an\u00e1lises da professora Maria Arminda do Nascimento Arruda (USP) e dos professores Durval Muniz de Albuquerque Jr. (UFRN) e Lu\u00eds Augusto Fischer (UFRS).<\/p>\n<p>Para Albuquerque, o modernismo de S\u00e3o Paulo tinha a pretens\u00e3o de homogeneizar a cultura nacional. \u201cEra um projeto de hegemonia cultural das elites paulistas\u201d, diz. \u201cO que est\u00e1 acontecendo neste momento (do centen\u00e1rio da Semana de 22) \u00e9 o questionamento desta metanarrativa consagrada do modernismo, elaborada por M\u00e1rio de Andrade e referendada pelo Estado Novo\u201d, avalia o pesquisador, que identifica inclusive uma disputa regional pela pr\u00f3pria origem do modernismo. \u201cA novidade do modernismo \u00e9 justamente propor uma cultura brasileira e uma arte brasileira\u201d, conclui.<\/p>\n<p>A Semana de 22 foi um marco de uma vanguarda organizada e estava dentro de um contexto de renova\u00e7\u00f5es que aconteciam naquele momento, afirma Fischer. Ele lembra que a for\u00e7a econ\u00f4mica de S\u00e3o Paulo, gra\u00e7as ao caf\u00e9, impulsionou a cria\u00e7\u00e3o do aparelho estatal paulista, permitindo inclusive a cria\u00e7\u00e3o da Universidade S\u00e3o Paulo (USP). \u201cNesta hora que estamos fazendo um debate aberto, aproveitando o centen\u00e1rio, temos que revirar este passado e dar uma assoprada nas brasas para reacender este fogo\u201d, conclui.<\/p>\n<p>\u201cA proemin\u00eancia de S\u00e3o Paulo e o modernismo t\u00eam sido muito discutidos hoje\u201d, destaca Arruda, \u201ccomo se fosse uma constru\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, sobretudo uspiana\u201d. Segundo a pesquisadora, esse \u00e9 um tema de debate que aparece em todos os lugares, \u201cum debate que nunca termina, mas fala muito mais das pessoas do que propriamente do que aconteceu\u201d. Para Arruda, \u201cn\u00e3o pode dizer que \u00e9 s\u00f3 S\u00e3o Paulo, mas tamb\u00e9m n\u00e3o pode dizer que n\u00e3o faz sentido\u201d. A professora entende que o modernismo foi identit\u00e1rio, no Brasil e na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>Assista aqui o v\u00eddeo na \u00edntegra.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Outros modernismos, outras regi\u00f5es\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/td-5YnO2dlU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O que acontecia nas outras regi\u00f5es durante a Semana de Arte Moderna&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":2834,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"video","meta":[],"categories":[5],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2833"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2833"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2833\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2835,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2833\/revisions\/2835"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2834"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2833"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2833"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2833"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}