{"id":2998,"date":"2022-08-10T11:35:17","date_gmt":"2022-08-10T11:35:17","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2998"},"modified":"2022-08-10T11:37:07","modified_gmt":"2022-08-10T11:37:07","slug":"as-sociedades-cientificas-sao-fundamentais-para-defender-o-interesse-de-seus-associados-estimular-a-pesquisa-cientifica-e-promover-a-divulgacao-da-ciencia-no-cenario-atual-de-enfrentamento-de-tantas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=2998","title":{"rendered":"Sociedades cient\u00edficas gravam v\u00eddeos sobre sua hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"videos-constituiram-a-atividade-200-anos-da-ciencia-brasileira-sbpc-e-sociedades-afiliadas-parte-da-programacao-da-74a-reuniao-anual-da-entidade\"><span style=\"color: #808080;\">V\u00eddeos constitu\u00edram a atividade &#8220;200 anos da Ci\u00eancia brasileira: SBPC e Sociedades Afiliadas&#8221;, parte da programa\u00e7\u00e3o da 74\u00aa Reuni\u00e3o Anual da entidade<\/span><\/h4>\n<h4 id=\"\"><\/h4>\n<p>As sociedades cient\u00edficas s\u00e3o fundamentais para defender o interesse de seus associados, estimular a pesquisa cient\u00edfica e promover a divulga\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia. No cen\u00e1rio atual de enfrentamento de tantas crises, muitas vezes elas v\u00e3o al\u00e9m de seu escopo e lutam por causas como inclus\u00e3o cultural e de g\u00eanero, prote\u00e7\u00e3o ambiental, democracia e justi\u00e7a social.\u00a0Isso \u00e9 o que mostra uma s\u00e9rie de v\u00eddeos institucionais gravados por 17 sociedades cient\u00edficas para a atividade &#8220;200 anos da Ci\u00eancia Brasileira: SBPC e Sociedades Afiliadas&#8221;, parte da programa\u00e7\u00e3o da 74\u00aa Reuni\u00e3o Anual da entidade, realizada de 24 a 30 de julho na Universidade de Bras\u00edlia (UnB).<\/p>\n<p>As sociedades cient\u00edficas t\u00eam uma origem hist\u00f3rica long\u00ednqua, que remonta \u00e0 \u00e9poca do Renascimento. No per\u00edodo, novos incentivos \u00e0 pesquisa cient\u00edfica levaram ao surgimento de organiza\u00e7\u00f5es que reuniam os grandes pensadores da \u00e9poca. No Brasil, uma das primeiras tentativas de organiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica tamb\u00e9m data do s\u00e9culo XVIII: a Academia Cient\u00edfica do Rio de Janeiro, que visava a difus\u00e3o de determinados aspectos da ci\u00eancia entre a elite local. Mas a entidade teve poucos membros e uma vida curta. No s\u00e9culo seguinte,\u00a0houve poucas tentativas de organiza\u00e7\u00e3o das poucas pessoas que trabalhavam com ci\u00eancia. Com a Rep\u00fablica, houve uma diversifica\u00e7\u00e3o regional no desenvolvimento cient\u00edfico e t\u00e9cnico, que se ampliou durante o s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Desta forma, no s\u00e9culo XX, as sociedades cient\u00edficas se multiplicaram \u2013 especialmente em sua segunda metade, quando a ci\u00eancia cresceu no Pa\u00eds, as universidades se espalharam pelo territ\u00f3rio nacional e surgiu a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Hoje o Brasil possui in\u00fameras sociedades cientificas espalhadas em quase todas as \u00e1reas do conhecimento e muitas delas com estruturas regionais. E elas v\u00eam cumprindo um papel fundamental n\u00e3o apenas no desenvolvimento da ci\u00eancia, mas tamb\u00e9m em quest\u00f5es pol\u00edticas e sociais.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=51juQrsmuVE&amp;list=PLVigrCJ_g6LfxCiu3OuFsv4ViUq37V7q9\">Assista aos v\u00eddeos e conhe\u00e7a mais sobre a hist\u00f3ria dessas importantes sociedades cient\u00edficas aqui.<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"V\u00eddeos constitu\u00edram a atividade &#8220;200 anos da Ci\u00eancia brasileira: SBPC e Sociedades&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":2999,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2998"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2998"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2998\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3003,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2998\/revisions\/3003"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2999"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2998"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2998"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2998"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}