{"id":4497,"date":"2023-07-27T07:30:25","date_gmt":"2023-07-27T07:30:25","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=4497"},"modified":"2023-07-26T19:21:47","modified_gmt":"2023-07-26T19:21:47","slug":"brasil-e-o-pais-mais-afetado-em-novo-surto-de-dengue-nas-americas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=4497","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 o pa\u00eds mais afetado em novo surto de dengue nas Am\u00e9ricas"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"organizacao-mundial-da-saude-alerta-que-numero-de-casos-na-regiao-de-janeiro-a-junho-de-2023-ja-supera-total-de-casos-do-ano-passado\"><span style=\"color: #808080;\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade alerta que n\u00famero de casos na regi\u00e3o, de janeiro a junho de 2023, j\u00e1 supera total de casos do ano passado<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio de 2023, foram registrados surtos significativos de dengue na Regi\u00e3o das Am\u00e9ricas. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, OMS, foram registrados quase 3 milh\u00f5es de casos suspeitos e confirmados. A quantidade supera o total de casos em todo o ano passado, que foi de 2,8 milh\u00f5es. A ocorr\u00eancia est\u00e1 concentrada principalmente no Brasil, seguido por Peru e Bol\u00edvia.<\/p>\n<p>A taxa de letalidade tamb\u00e9m \u00e9 preocupante. Foram 1.302 \u00f3bitos na regi\u00e3o no mesmo per\u00edodo. Do total de casos, 1,3 milh\u00e3o foram confirmados em laborat\u00f3rio e 3,9 mil foram classificados como dengue grave.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 de longe o pa\u00eds mais afetado, com 2,3 milh\u00f5es de notifica\u00e7\u00f5es, das quais mais de 1 milh\u00e3o foram confirmadas e 1,2 mil classificadas como dengue grave. O pa\u00eds registrou 769 \u00f3bitos. A quantidade de casos no Brasil representa um aumento de 13% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado e de 73% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia dos \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n<p>A dengue \u00e9 transmitida pela esp\u00e9cie de mosquito Aedes. A doen\u00e7a \u00e9 mais comum em climas tropicais e subtropicais. A OMS avaliou o risco de dengue como alto em n\u00edvel regional devido \u00e0 ampla distribui\u00e7\u00e3o de mosquitos transmissores, especialmente os do tipo Aedes aegypti.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"metade-da-populacao-mundial-em-risco\"><strong>Metade da popula\u00e7\u00e3o mundial em risco<\/strong><\/h4>\n<p>A incid\u00eancia da doen\u00e7a cresceu substancialmente em todo o mundo nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, com casos relatados \u00e0 OMS aumentando de meio milh\u00e3o em 2000 para mais de 4,2 milh\u00f5es em 2022.<\/p>\n<p>A dengue \u00e9 agora end\u00eamica em mais de 100 pa\u00edses em diversos continentes. As regi\u00f5es das Am\u00e9ricas, Sudeste Asi\u00e1tico e Pac\u00edfico Ocidental s\u00e3o as mais gravemente afetadas. Cerca de metade da popula\u00e7\u00e3o mundial est\u00e1 em risco de contrair dengue, com uma estimativa de 100 milh\u00f5es a 400 milh\u00f5es de infec\u00e7\u00f5es ocorrendo a cada ano.<\/p>\n<p>A maioria das pessoas que contrai dengue n\u00e3o apresenta sintomas. Mas quem apresenta os sinais t\u00eam febre alta, dor de cabe\u00e7a, dores no corpo, n\u00e1useas e erup\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas.\u00a0A maioria melhora em uma ou duas <span style=\"color: #808080;\">semanas.<\/span> Mas algumas desenvolvem dengue grave, que pode causar dificuldade respirat\u00f3ria devido ao vazamento de plasma, sangramento grave, comprometimento de \u00f3rg\u00e3os e at\u00e9 morte.<\/p>\n<p>Como parte da implementa\u00e7\u00e3o da Estrat\u00e9gia de Gest\u00e3o Integrada para a Preven\u00e7\u00e3o e Controle de Doen\u00e7as Arbovirais, a OMS est\u00e1 trabalhando com os Estados- membros para fortalecer os sistemas de sa\u00fade e a capacidade de vigil\u00e2ncia.<\/p>\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es da ONU News<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade alerta que n\u00famero de casos na regi\u00e3o, de&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":3720,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4497"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4497"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4497\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4498,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4497\/revisions\/4498"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3720"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4497"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4497"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4497"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}