{"id":4503,"date":"2023-08-02T11:43:11","date_gmt":"2023-08-02T11:43:11","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=4503"},"modified":"2023-08-02T11:43:11","modified_gmt":"2023-08-02T11:43:11","slug":"onu-pede-mais-apoio-para-amamentacao-no-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=4503","title":{"rendered":"ONU pede mais apoio para amamenta\u00e7\u00e3o no trabalho"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"mundo-precisa-aumentar-em-22-taxas-de-aleitamento-nos-proximos-sete-anos\"><span style=\"color: #808080;\">Mundo precisa aumentar em 22% taxas de aleitamento nos pr\u00f3ximos sete anos.<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sob a campanha \u201cVamos fazer a amamenta\u00e7\u00e3o no trabalho funcionar\u201d, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e o Fundo das Na\u00e7\u00f5es <a href=\"https:\/\/www.unido.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Unidas<\/a> para a Inf\u00e2ncia (Unicef) celebram a Semana Mundial da Amamenta\u00e7\u00e3o. Este ano, as entidades focam em melhorar o apoio e a prote\u00e7\u00e3o do aleitamento materno no ambiente de trabalho.<\/p>\n<p>Na campanha, as ag\u00eancias estimulam medidas como licen\u00e7a maternidade remunerada, pausas no expediente e uma sala onde as m\u00e3es possam extrair leite. De acordo com o comunicado conjunto, essas pol\u00edticas beneficiam n\u00e3o apenas as mulheres trabalhadoras e suas fam\u00edlias, mas tamb\u00e9m os empregadores. Ao gerar um ambiente mais favor\u00e1vel para as m\u00e3es, \u00e9 poss\u00edvel reduzir as aus\u00eancias relacionadas \u00e0 maternidade, aumentar a reten\u00e7\u00e3o de trabalhadoras e reduzir os custos de contrata\u00e7\u00e3o e treinamento de novos funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Embora as taxas de aleitamento materno caiam significativamente para as mulheres que retornam a seus empregos, esse impacto negativo pode ser revertido quando elas seguem amamentando.<\/p>\n<h4 id=\"suporte-da-vida-e-do-desenvolvimento\"><strong>Suporte da vida e do desenvolvimento<\/strong><\/h4>\n<p>Desde os primeiros momentos da vida de uma crian\u00e7a, o aleitamento materno \u00e9 o principal suporte da vida e do desenvolvimento infantil.<\/p>\n<p>A amamenta\u00e7\u00e3o protege os beb\u00eas de doen\u00e7as infecciosas comuns e estimula o sistema imunol\u00f3gico, fornecendo os principais nutrientes que as crian\u00e7as precisam para crescer e se desenvolver em todo o seu potencial.<\/p>\n<p>Beb\u00eas que n\u00e3o s\u00e3o amamentados t\u00eam 14 vezes mais chances de morrer antes de completar seu primeiro ano de vida do que aqueles que recebem aleitamento materno exclusivo, ou seja, somente o leite humano como alimento.<\/p>\n<p>Segundo a OMS e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Unicef<\/a>, nos \u00faltimos 10 anos, muitos pa\u00edses avan\u00e7aram significativamente para aumentar as taxas de aleitamento materno exclusivo. No entanto, \u00e9 poss\u00edvel atingir um progresso ainda maior garantindo que a amamenta\u00e7\u00e3o seja protegida e apoiada, particularmente no local de trabalho.<\/p>\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, a preval\u00eancia do aleitamento materno exclusivo subiu para 48% em n\u00edvel global.\u00a0A meta estabelecida nos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u00e9 atingir 70% at\u00e9 2030.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>Com informa\u00e7\u00f5es da <a style=\"color: #808080;\" href=\"https:\/\/news.un.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ONU News<\/a><\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"foto-alex-pasarelu-unsplash-com\">Foto: Alex Pasarelu\/ <a href=\"http:\/\/Alex Pasarelu\">Unsplash.com<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Mundo precisa aumentar em 22% taxas de aleitamento nos pr\u00f3ximos sete anos.&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":4506,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4503"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4503"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4503\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4507,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4503\/revisions\/4507"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4506"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4503"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4503"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4503"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}