{"id":5167,"date":"2023-11-17T07:30:23","date_gmt":"2023-11-17T07:30:23","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=5167"},"modified":"2023-11-16T12:01:35","modified_gmt":"2023-11-16T12:01:35","slug":"documentario-especial-para-a-ciencia-cultura-revela-exuberancia-e-alerta-para-preservacao-da-biodiversidade-da-mata-atlantica-no-medio-rio-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=5167","title":{"rendered":"Document\u00e1rio especial para a Ci\u00eancia &#038; Cultura destaca exuber\u00e2ncia e necessidade de preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade da Mata Atl\u00e2ntica no M\u00e9dio Rio Doce"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"produzido-pela-univale-tv-video-alerta-para-a-necessidade-urgente-de-conservacao-do-bioma\"><span style=\"color: #808080;\">Produzido pela Univale TV, v\u00eddeo alerta para a necessidade urgente de conserva\u00e7\u00e3o do bioma<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O document\u00e1rio \u201cMata Atl\u00e2ntica: bioma biodiverso do Brasil\u201d revela a exuber\u00e2ncia e a necessidade urgente de preserva\u00e7\u00e3o do segundo bioma mais amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o. O trabalho foi produzido pela UNIVALE TV, em parceria com a\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"http:\/\/portal.sbpcnet.org.br\/\">Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC)<\/a><\/strong><\/span> para a edi\u00e7\u00e3o da <span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\">Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/a><\/strong><\/span> sobre \u201cBiomas do Brasil\u201d. Com roteiro e dire\u00e7\u00e3o da rep\u00f3rter Liliane Ambr\u00f3sio Guedes, edi\u00e7\u00e3o de Carlos Farias e imagens dos cinegrafistas Alex Quirino, Danyel Guimar\u00e3es, Josias Guilherme dos Reis e Romilson Gon\u00e7alves, a equipe de jornalismo da UNIVALE TV percorreu 300 quil\u00f4metros no M\u00e9dio Rio Doce, do Vale do A\u00e7o a Aimor\u00e9s, exibindo belezas naturais, a rela\u00e7\u00e3o dos povos remanescentes com o meio ambiente, projetos de reflorestamento e desafios de reservas importantes na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O material faz parte da s\u00e9rie Biomas do Brasil (da revista Ci\u00eancia &amp; Cultura, da SBPC), traz imagens in\u00e9ditas sobre a Mata Atl\u00e2ntica no M\u00e9dio Rio Doce e conta com um olhar criterioso de pesquisadores do\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.univale.br\/mestrado\/\">mestrado em Gest\u00e3o Integrada do Territ\u00f3rio da UNIVALE (GIT)<\/a><\/strong><\/span>, e tamb\u00e9m de outras institui\u00e7\u00f5es. Entre eles, o doutor em Ci\u00eancias e Ecologia da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCAR) e coordenador de um grupo de pesquisas ambientais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Francisco Barbosa, que falou sobre a riqueza da biodiversidade no M\u00e9dio Rio Doce. \u201cN\u00f3s estamos falando em 77 esp\u00e9cies de mam\u00edferos, das 260 conhecidas da Mata Atl\u00e2ntica, al\u00e9m de 325 esp\u00e9cies de aves e 22 esp\u00e9cies de peixes, isso \u00e9 quase 30% da bacia. E de plantas n\u00f3s temos mais de 1.000 esp\u00e9cies, das 20 mil esp\u00e9cies conhecidas da Mata Atl\u00e2ntica\u201d, destacou Francisco.<\/p>\n<p>Essa biodiversidade, pontua o pesquisador, est\u00e1 amea\u00e7ada por fatores que incluem desmatamento, minera\u00e7\u00e3o, introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas, processo de urbaniza\u00e7\u00e3o, ca\u00e7a e pesca predat\u00f3ria, tr\u00e1fego ilegal de esp\u00e9cies e turismo n\u00e3o regulamentado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"o-impacto-da-siderurgia\"><strong>O impacto da siderurgia<\/strong><\/h4>\n<p>A chegada de usinas sider\u00fargicas tamb\u00e9m provocou grande impacto ambiental, como lembra Len\u00edcio Dutra J\u00fanior, que \u00e9\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.ifmg.edu.br\/governadorvaladares\/noticias\/professor-de-historia-do-campus-participa-de-documentario-da-sbpc-sobre-a-mata-atlantica\">professor de Hist\u00f3ria no campus de Governador Valadares do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG)<\/a><\/strong><\/span><strong>\u00a0<\/strong>e doutor em Ci\u00eancias Humanas pelo Doutorado Interinstitucional (Dinter) da UNIVALE em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ele estima que o consumo de madeira para produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal na regi\u00e3o era de 25% \u2013 um n\u00famero muito acima da m\u00e9dia nacional, de 3%.<\/p>\n<p>\u201cIsso tudo em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de alimentar os altos-fornos e a fabrica\u00e7\u00e3o de ferro-gusa e a\u00e7o. Por isso, a gente pode dizer que a Mata Atl\u00e2ntica foi decisiva para o desenvolvimento do Vale do Rio Doce e para o desenvolvimento do Vale do A\u00e7o, especialmente para se transformar em um polo sider\u00fargico, como se transformou ainda hoje. A floresta serviu muito bem a esse prop\u00f3sito. Por outro lado, a gente tem o impacto ambiental pela aus\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o, porque a partir da derrubada da floresta a gente tem outras atividades econ\u00f4micas, como a pecu\u00e1ria e a agricultura, que v\u00e3o substituir a floresta, e muitas vezes sem o devido cuidado. Por isso a gente tem hoje, na regi\u00e3o do M\u00e9dio Rio Doce, grandes problemas ambientais evidentes\u201d, observa Len\u00edcio.<\/p>\n<p>Coordenador do mestrado da UNIVALE, o professor Haruf Salmen Esp\u00edndola acrescenta que todos esses processos de explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da Mata Atl\u00e2ntica \u2013 que inclu\u00edam, ainda, a constru\u00e7\u00e3o da ferrovia, para extra\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro \u2013 aceleraram o processo de ocupa\u00e7\u00e3o do M\u00e9dio Rio Doce na primeira metade do s\u00e9culo 20. \u201cEsse processo se intensifica ainda mais nos anos 40 e 50, e isso faz com que a regi\u00e3o seja um retrato do que se chama de grande acelera\u00e7\u00e3o\u201d, disse Haruf, que tamb\u00e9m integra o Observat\u00f3rio Interdisciplinar do Territ\u00f3rio (Obit), ligado ao GIT e que desenvolve projetos na linha da rela\u00e7\u00e3o territ\u00f3rio e ambiente.<\/p>\n<p>O Obit presta assessoria ao F\u00f3rum Permanente da Bacia do Rio Doce e realiza pesquisas, e a biodiversidade da regi\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m tema de estudo. Docente no mestrado da UNIVALE e pesquisadora no Obit, a professora Renata Campos \u00e9 orientadora de um trabalho sobre o\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"http:\/\/www.ief.mg.gov.br\/component\/content\/195?task=view\">Parque Estadual do Rio Doce (Perd)<\/a><\/strong><\/span><strong>, <\/strong>onde a Mata Atl\u00e2ntica est\u00e1 presente.<\/p>\n<p>\u201cO entendimento \u00e9 que para conservar a biodiversidade que est\u00e1 ali, e todo aquele ecossistema, n\u00e3o basta pesquisar sobre os organismos que est\u00e3o situados ali dentro daquele espa\u00e7o. Mas \u00e9 preciso pensar tamb\u00e9m no Parque enquanto um territ\u00f3rio, onde h\u00e1 disputas de poder, onde h\u00e1 disputas de interesse. E a gente tenta contribuir para esses processos voltados para a gest\u00e3o, buscando entender como que a popula\u00e7\u00e3o do entorno se relaciona com o Perd, como que a popula\u00e7\u00e3o do entorno entende o Perd\u201d, explicou Renata. \u201cO objetivo desse projeto \u00e9 avaliar o desenvolvimento de pesquisas sobre biodiversidade dentro do Parque, para compreender quais as necessidades do Perd quanto a pesquisa em rela\u00e7\u00e3o a determinados per\u00edodos do ano\u201d, acrescentou o estudante de\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/www.univale.br\/graduacao\/medicina-veterinaria\/\">Medicina Veterin\u00e1ria da UNIVALE<\/a><\/strong><\/span>, Henrique Rocha Fonseca, que participa do estudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"parque-estadual-do-rio-doce\"><strong>Parque Estadual do Rio Doce<\/strong><\/h4>\n<p>Embora amea\u00e7ado, ainda h\u00e1 lugares onde o bioma da Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 preservado na regi\u00e3o. Um desses locais \u00e9 o Perd, unidade de conserva\u00e7\u00e3o com quase 36 mil hectares, abrangendo os munic\u00edpios de Dion\u00edsio, Marli\u00e9ria e Tim\u00f3teo, todos no Vale do A\u00e7o. Gerente do Parque, Vin\u00edcius de Assis afirma que o local abriga e preserva esp\u00e9cies \u00fanicas e exclusivas de fauna e flora nativas da Mata Atl\u00e2ntica, al\u00e9m do terceiro maior complexo de lagos e plan\u00edcies alagadas do Brasil \u2013 atr\u00e1s apenas da Amaz\u00f4nia e do Pantanal.<\/p>\n<p>\u201cIsso \u00e9 muito importante, coloca o parque numa categoria important\u00edssima de preserva\u00e7\u00e3o dos ambientes \u00famidos brasileiros e mundiais. Precisamos refazer essa liga\u00e7\u00e3o entre homem e natureza. E a grande oportunidade \u00e9 com a Mata Atl\u00e2ntica. Ela que produz \u00e1gua, servi\u00e7os ambientais e ecossist\u00eamicos prestados cotidianamente para a gente. Respiramos o ar que ela produz\u201d, salientou Vin\u00edcius.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"instituto-terra\"><strong>Instituto Terra<\/strong><\/h4>\n<p>Outro trabalho de preserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica no M\u00e9dio Rio Doce \u00e9 o reflorestamento promovido pelo\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><strong><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/institutoterra.org\/\">Instituto Terra<\/a><\/strong><\/span>, em Aimor\u00e9s, idealizado em 1998 pelo fot\u00f3grafo Sebasti\u00e3o Salgado. \u201cA ideia do Instituto foi evoluindo, come\u00e7ou com o questionamento sobre o que fazer com esta terra, que meus pais herdaram do meu av\u00f4. Era uma fazenda de gado, estava totalmente devastada. Naquele ano que meu av\u00f4 passou a fazenda para frente, ele plantou capim para o gado dele, e o capim n\u00e3o cresceu. Esse \u00e9 o estado em que esta terra estava, estava esgotada. Exaurida, parecia um deserto para quem andava aqui. E eles [os pais de Juliano, Sebasti\u00e3o e L\u00e9lia Salgado] realmente n\u00e3o sabiam o que fazer. O Sebasti\u00e3o e a L\u00e9lia mexiam com fotografia, e a L\u00e9lia teve essa ideia simples, por\u00e9m bem complicada: e se a gente replantasse a floresta que tinha aqui?\u201d, recorda o filho de Sebasti\u00e3o e atual presidente do Instituto Terra, o cineasta Juliano Salgado.<\/p>\n<p>Em 25 anos, foram mais de 3 milh\u00f5es de \u00e1rvores plantadas em uma \u00e1rea de 700 hectares, onde se encontram mais de 300 esp\u00e9cies nativas da regi\u00e3o, preservando a biodiversidade. \u201cA gente v\u00ea o sucesso desse plantio atrav\u00e9s da fauna, que voltou. A gente encontra aqui os grandes predadores, que est\u00e3o no topo da pir\u00e2mide alimentar, como on\u00e7as. Tem uma fam\u00edlia de cinco on\u00e7as aqui, al\u00e9m de grandes macacos, lobos, e toda a biodiversidade que voc\u00ea pode imaginar. Da minhoquinha at\u00e9 a on\u00e7a. As pessoas em volta da gente n\u00e3o entendiam porque a gente estava fazendo isso. N\u00e3o viam a raz\u00e3o de replantar uma floresta em uma fazenda que eles consideravam produtiva. A primeira pessoa que duvidava disso era meu av\u00f4, ele tinha 96 anos e achava que era um desperd\u00edcio de dinheiro. E ningu\u00e9m aqui acreditava\u201d, frisa Juliano.<\/p>\n<p>O Instituto tamb\u00e9m fornece assist\u00eancia t\u00e9cnica a produtores rurais, ensinando t\u00e9cnicas sustent\u00e1veis e de recupera\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que podem ser replicadas em fazendas. \u201cAl\u00e9m de restaurar a paisagem, a restaura\u00e7\u00e3o das nascentes \u00e9 algo que n\u00f3s trabalhamos aqui no Instituto Terra que tem um papel fundamental. Muitos s\u00edtios e propriedades tamb\u00e9m tiveram perdas de \u00e1gua no interior delas, e isso hoje tornou-se um legado de a gente ir a esses lugares e trabalhar com a restaura\u00e7\u00e3o, conscientizando o produtor que \u00e9 necess\u00e1rio fazer um trabalho ali, n\u00e3o somente de plantar \u00e1rvores no entorno, mas de proteger aquele ambiente para que a \u00e1gua continue aflorando naquele ponto. E d\u00ea rentabilidade para o produtor. Uma propriedade sem \u00e1gua perde seu valor econ\u00f4mico e at\u00e9 mesmo a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o engenheiro ambiental do Instituto Terra, Mois\u00e9s Marcelino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"oito-anos-de-lama\"><strong>Oito anos de lama<\/strong><\/h4>\n<p>O document\u00e1rio \u201cMata Atl\u00e2ntica: bioma biodiverso do Brasil\u201d tamb\u00e9m lembra do impacto ambiental provocado pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco em Bento Rodrigues, distrito de Mariana, em novembro de 2015, que causou o despejo de rejeitos t\u00f3xicos no Rio Doce, da \u00e1rea da trag\u00e9dia at\u00e9 o encontro do rio com o Oceano Atl\u00e2ntico. Uma das comunidades afetadas foi a aldeia da etnia ind\u00edgena Krenak, em Resplendor.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 n\u00e3o temos a Mata como antigamente, ent\u00e3o a gente tem esse desafio de buscar preservar o que tem e implementar o que est\u00e1 faltando. A gente hoje tem a\u00ed um dos maiores crimes ambientais, que aconteceu dentro do nosso territ\u00f3rio, no Rio Watu [nome pelo qual os Krenak chamam o Rio Doce], que \u00e9 o rio que corta a nossa aldeia\u201d, resume Itamar Krenak. O Watu, para os Krenak, era fonte de sobreviv\u00eancia, e suas \u00e1guas faziam parte at\u00e9 mesmo dos rituais religiosos da comunidade.<\/p>\n<p>\u201cEm 2015 veio esse rompimento dessa barragem, que acabou com nosso rio, acabou com nosso peixe, acabou com a nossa cultura de batizar nossas crian\u00e7as. O rio sempre foi para o nosso povo uma fonte da vida, e uma fonte de vida espiritual tamb\u00e9m, com essa parte cultural, do batismo. E hoje a gente n\u00e3o faz isso mais, a gente j\u00e1 n\u00e3o nada mais no rio, n\u00e3o pesca e n\u00e3o batiza nossas crian\u00e7as. Temos crian\u00e7as que nasceram h\u00e1 pouco tempo e ainda n\u00e3o sabem o que \u00e9 nadar, n\u00e3o tiveram essa oportunidade igual eu tive e outros parentes nossos tiveram. \u00c9 uma grande preocupa\u00e7\u00e3o com a Mata Atl\u00e2ntica, com o rio e com as nascentes, com o futuro das nossas crian\u00e7as e do nosso povo\u201d, afirmou o ind\u00edgena.<\/p>\n<p><strong>Confira esses e outros depoimentos, veja na \u00edntegra o document\u00e1rio \u201cMata Atl\u00e2ntica: bioma biodiverso do Brasil\u201d<\/strong>:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mata Atl\u00e2ntica: tesouro biodiverso do Brasil\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/K7T309HwTIs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>\u00a0<\/em><em>(Por Thiago Ferreira Coelho\/ Univale<\/em>)<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"capa-cema-unicamp-reproducao\">Capa. CEMA\/ Unicamp. Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Produzido pela Univale TV, v\u00eddeo alerta para a necessidade urgente de conserva\u00e7\u00e3o&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":5170,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5167"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5167"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5167\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5169,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5167\/revisions\/5169"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5170"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5167"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5167"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5167"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}