{"id":5616,"date":"2024-03-08T07:30:16","date_gmt":"2024-03-08T07:30:16","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=5616"},"modified":"2024-03-07T14:00:06","modified_gmt":"2024-03-07T14:00:06","slug":"cientistas-brasileiras-que-transformaram-a-pesquisa-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=5616","title":{"rendered":"Cientistas brasileiras que transformaram a pesquisa nacional"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"descubra-o-legado-e-a-importancia-de-25-cientistas-brasileiras-que-desafiaram-fronteiras-e-mudaram-o-cenario-cientifico-do-pais\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #808080;\">Descubra o legado e a import\u00e2ncia de 25 cientistas brasileiras que desafiaram fronteiras e mudaram o cen\u00e1rio cient\u00edfico do pa\u00eds<\/span><\/h4>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Na hist\u00f3ria da ci\u00eancia brasileira, as contribui\u00e7\u00f5es das mulheres muitas vezes passaram despercebidas, apesar de seu papel fundamental e impacto significativo. Apesar de todos os desafios e preconceitos, \u00e9 cada vez mais marcante a import\u00e2ncia da presen\u00e7a das mulheres na ci\u00eancia. Elas venceram os mais variados obst\u00e1culos para deixarem sua marca e fazerem hist\u00f3ria, fazendo tamb\u00e9m a ci\u00eancia avan\u00e7ar. Nesta mat\u00e9ria, destacamos 25 cientistas brasileiras cujas descobertas, pesquisas e inova\u00e7\u00f5es moldaram o cen\u00e1rio cient\u00edfico do pa\u00eds. De diferentes \u00e1reas e especialidades, essas mulheres pioneiras desafiaram barreiras, quebraram estere\u00f3tipos e deixaram um legado no desenvolvimento da ci\u00eancia no Brasil. Conhe\u00e7a as trajet\u00f3rias dessas mulheres not\u00e1veis e descubra como suas contribui\u00e7\u00f5es continuam a impactar positivamente a ci\u00eancia brasileira e a sociedade como um todo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5618\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/berta-gleizer-199x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/berta-gleizer-199x300.jpeg 199w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/berta-gleizer-8x12.jpeg 8w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/berta-gleizer.jpeg 276w\" sizes=\"(max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Berta Gleizer Ribeiro<\/strong><\/p>\n<p>Berta Gleizer Ribeiro, renomada antrop\u00f3loga e etn\u00f3loga moldava-brasileira, deixou um legado marcante na preserva\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o da cultura ind\u00edgena no Brasil. Ap\u00f3s se separar de seu marido, o antrop\u00f3logo Darcy Ribeiro, ela se dedicou intensamente ao estudo e \u00e0 defesa dos saberes e fazeres dos povos ind\u00edgenas, tornando-se uma autoridade em cultura material. Sua atua\u00e7\u00e3o abrangente incluiu pesquisas de campo, organiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es, publica\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas e a forma\u00e7\u00e3o de cole\u00e7\u00f5es em museus, contribuindo significativamente para a compreens\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o da rica diversidade cultural ind\u00edgena brasileira.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2505\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/bertha-lutz.jpeg\" alt=\"\" width=\"202\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/bertha-lutz.jpeg 202w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/bertha-lutz-10x12.jpeg 10w\" sizes=\"(max-width: 202px) 100vw, 202px\" \/><\/p>\n<p><strong>Bertha Lutz\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Cientista e bi\u00f3loga especializada em anf\u00edbios, filha de Adolfo Lutz (refer\u00eancia da zoologia m\u00e9dica no Brasil), foi a segunda mulher a fazer parte do servi\u00e7o p\u00fablico do Brasil. Descobriu uma nova esp\u00e9cie de sapo e em 1919, se tornou pesquisadora do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Para al\u00e9m da ci\u00eancia, participou da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas em S\u00e3o Francisco, em 1945, onde lutou para que a igualdade de g\u00eanero fosse inclu\u00edda na Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5620\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori.jpeg\" alt=\"\" width=\"277\" height=\"182\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori.jpeg 277w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori-18x12.jpeg 18w\" sizes=\"(max-width: 277px) 100vw, 277px\" \/><\/p>\n<p><strong>Carolina Bori<\/strong><\/p>\n<p>Carolina Martuscelli Bori \u00e9 lembrada como uma figura proeminente na psicologia brasileira, deixando um legado significativo como pesquisadora na \u00e1rea de psicologia experimental. Comendadora da Ordem Nacional do M\u00e9rito Cient\u00edfico, professora em\u00e9rita da Universidade de S\u00e3o Paulo e ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), ela foi uma das primeiras psic\u00f3logas brasileiras a se aventurar no campo, trazendo uma abordagem inovadora para a pesquisa psicol\u00f3gica no pa\u00eds. Al\u00e9m de seu trabalho acad\u00eamico, Carolina dedicou-se \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da Psicologia como ci\u00eancia tanto na academia quanto na sociedade em geral.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2506\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/De\u0301bora-Diniz--300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/De\u0301bora-Diniz--300x200.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/De\u0301bora-Diniz--18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/De\u0301bora-Diniz-.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>D\u00e9bora Diniz <\/strong><\/p>\n<p>Antrop\u00f3loga, documentarista, especialista em bio\u00e9tica e professora licenciada da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Fundou o Instituto de Bio\u00e9tica, Direitos Humanos e G\u00eanero (Anis), que atua principalmente com os direitos reprodutivos das mulheres.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5621\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/debora-menezes-300x199.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/debora-menezes-300x199.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/debora-menezes-18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/debora-menezes.jpeg 370w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>D\u00e9bora Menezes<\/strong><\/p>\n<p>Professora titular do Departamento de F\u00edsica da \\Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tornou-se a primeira mulher eleita presidente da Sociedade Brasileira de F\u00edsica (SBF). Suas pesquisas envolvem a \u00e1rea de f\u00edsica de h\u00e1drons, interface entre a f\u00edsica nuclear de baixas energias e a f\u00edsica de part\u00edculas elementares.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2507\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa-225x300.jpg 225w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa-768x1024.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa-800x1067.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/elisa-frota-pessoa.jpg 984w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<p><strong>Elisa Frota Pessoa\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Uma das primeiras mulheres a se formar em f\u00edsica no Brasil, destacando-se nos estudos sobre radioatividade. Uma das pioneiras na ci\u00eancia no pa\u00eds, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas F\u00edsicas, onde coordenou o Laborat\u00f3rio de Emuls\u00f5es Nucleares.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2508\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Elza-Furtado-Gomide--203x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"203\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Elza-Furtado-Gomide--203x300.jpeg 203w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Elza-Furtado-Gomide--8x12.jpeg 8w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Elza-Furtado-Gomide-.jpeg 220w\" sizes=\"(max-width: 203px) 100vw, 203px\" \/><\/p>\n<p><strong>Elza Furtado Gomide\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Primeira doutora em matem\u00e1tica pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Foi eleita chefe do Departamento de Matem\u00e1tica da USP em 1968 e tornou-se militante pelas quest\u00f5es ligadas ao ensino.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2509\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques--300x192.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques--300x192.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques--768x492.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques--18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques--800x512.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Enedina-Alves-Marques-.jpeg 1009w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Enedina Alves Marques\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Primeira engenheira negra do Brasil, formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) em 1945. Foi professora, trabalhou como chefe em obras p\u00fablicas e no desenvolvimento do Plano Hidrel\u00e9trico do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2510\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Graziela-Maciel-Barroso--300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Graziela-Maciel-Barroso--300x169.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Graziela-Maciel-Barroso--18x10.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Graziela-Maciel-Barroso-.jpeg 700w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Graziela Maciel Barroso\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Naturalista e bot\u00e2nica brasileira, foi aprovada em segundo lugar no concurso de naturalista do Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro mesmo sem curso superior. Ingressou no curso de biologia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) aos 47 anos e defendeu seu doutorado aos 60. Tornou-se a maior taxonomista de plantas no Brasil, tendo mais de 25 esp\u00e9cies batizadas em seu nome e sendo a \u00fanica brasileira a receber a medalha internacional <em>Millenium Botany Award<\/em>.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2511\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jaqueline-goes-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jaqueline-goes-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jaqueline-goes-18x12.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jaqueline-goes.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Jaqueline Goes <\/strong><\/p>\n<p>Doutora em patologia humana e experimental pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), a cientista e sua equipe identificaram os primeiros genomas do novo coronav\u00edrus apenas 48 horas depois da confirma\u00e7\u00e3o do primeiro caso de Covid-19 no Brasil. Desenvolve pesquisas na \u00e1rea de arboviroses emergentes em n\u00edvel de p\u00f3s-doutorado no Instituto de Medicina Tropical de S\u00e3o Paulo da Universidade de S\u00e3o Paulo (IMT\/USP).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4362\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita-300x300.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita-150x150.jpg 150w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita-12x12.jpg 12w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita-80x80.jpg 80w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jaqueline-Mesquita.jpg 689w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Jaqueline Mesquita<\/strong><\/p>\n<p>Jaqueline Godoy Mesquita, matem\u00e1tica brasileira renomada, \u00e9 uma figura de destaque na \u00e1rea de equa\u00e7\u00f5es diferenciais e equa\u00e7\u00f5es diferenciais funcionais. Atualmente professora de matem\u00e1tica na Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e presidente da Sociedade Brasileira de Matem\u00e1tica (SBM), possui uma trajet\u00f3ria acad\u00eamica impressionante. Com est\u00e1gios de p\u00f3s-doutoramento realizados na Universidade de Santiago do Chile e na USP em 2013, ela se consolidou como uma especialista em an\u00e1lise matem\u00e1tica, com foco em equa\u00e7\u00f5es diferenciais funcionais, impulsivas e ordin\u00e1rias generalizadas, al\u00e9m de equa\u00e7\u00f5es din\u00e2micas em escalas temporais e an\u00e1lise funcional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5622\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/johanna-dobereiner-300x196.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"196\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/johanna-dobereiner-300x196.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/johanna-dobereiner-18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/johanna-dobereiner.jpeg 395w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Johanna D\u00f6bereiner<\/strong><\/p>\n<p>Johanna Liesbeth Kubelka D\u00f6bereiner foi uma figura extraordin\u00e1ria na ci\u00eancia brasileira, cujo trabalho pioneiro em biologia do solo teve um impacto profundo e duradouro no pa\u00eds. D\u00f6bereiner \u00e9 reconhecida como a s\u00e9tima cientista brasileira mais citada pela comunidade cient\u00edfica mundial e a primeira entre as mulheres, conforme um levantamento da Folha de S.Paulo em 1995. Suas pesquisas inovadoras foram fundamentais para o desenvolvimento do Programa Nacional do \u00c1lcool no Brasil, al\u00e9m de terem contribu\u00eddo significativamente para tornar o pa\u00eds o segundo maior produtor mundial de soja. Seu trabalho com a fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica do nitrog\u00eanio n\u00e3o apenas impulsionou a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, mas tamb\u00e9m possibilitou que milhares de pessoas tivessem acesso a alimentos mais baratos e saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2512\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari-768x512.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari-18x12.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari-800x533.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/katemari.jpg 810w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Katemari Diogo Rosa<\/strong><\/p>\n<p>Professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em <em>Science Education<\/em> pela Universidade de Columbia (EUA), suas pesquisas envolvem ensino de f\u00edsica e debates sobre g\u00eanero, sexualidade, ra\u00e7a e status socioecon\u00f4mico no ensino das ci\u00eancias. Integrante da Sociedade Brasileira de F\u00edsica (SBF), tamb\u00e9m faz parte da <em>National Organization of Gay and Lesbian Scientists and Technical Professionals<\/em> e da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pesquisadoras\/es Negras\/os (ABPN).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2513\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Lelia-Gonzalez-.jpeg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"185\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Lelia-Gonzalez-.jpeg 273w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Lelia-Gonzalez--18x12.jpeg 18w\" sizes=\"(max-width: 273px) 100vw, 273px\" \/><\/p>\n<p><strong>Lelia Gonzalez\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Pioneira nas ci\u00eancias sociais no que se refere aos estudos sobre cultura negra no pa\u00eds. Doutora em antropologia, co-fundou o Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro. Seu pensamento atravessa filosofia, candombl\u00e9 e psican\u00e1lise, propondo uma vis\u00e3o afro-latino-americana do feminismo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2514\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Jose\u0301-Deane-.jpeg\" alt=\"\" width=\"198\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Jose\u0301-Deane-.jpeg 198w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Jose\u0301-Deane--9x12.jpeg 9w\" sizes=\"(max-width: 198px) 100vw, 198px\" \/><\/p>\n<p><strong>Maria Jos\u00e9 Deane\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dica parasit\u00f3loga, formou-se na Faculdade de Medicina e Cirurgia do Par\u00e1, em 1937, e viajou o Brasil estudando doen\u00e7as causadas por parasitas. Foi chefe do departamento de protozoologia da Fiocruz e na d\u00e9cada de 1980 e, mais tarde, vice-diretora da institui\u00e7\u00e3o. Suas pesquisas contribu\u00edram para a erradica\u00e7\u00e3o de epidemias causadas por parasita.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2515\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcia-barbosa-300x198.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"198\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcia-barbosa-300x198.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcia-barbosa-768x507.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcia-barbosa-18x12.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcia-barbosa.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>M\u00e1rcia Barbosa<\/strong><\/p>\n<p>Diretora da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), integrante da Academia Mundial de Ci\u00eancias, professora e pesquisadora do Instituto de F\u00edsica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em estudos relacionados \u00e0 \u00e1gua, em 2020, foi eleita pela Forbes uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2516\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-300x274.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"274\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-300x274.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-1024x934.jpg 1024w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-768x701.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-13x12.jpg 13w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth-800x730.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/margareth.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Margareth Dalcolmo<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dica pneumologista, \u00e9 professora da PUC-Rio, pesquisadora da Fiocruz e presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Durante a pandemia, destacou-se em seu engajamento no combate as fake news e na divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre cuidados e vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2517\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Beatriz-do-Nascimento-.jpeg\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"233\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Beatriz-do-Nascimento-.jpeg 216w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Maria-Beatriz-do-Nascimento--11x12.jpeg 11w\" sizes=\"(max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/><\/p>\n<p><strong>Maria Beatriz do Nascimento\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Considerada uma das grandes pesquisadoras dos estudos \u00e9tnicos sobre o negro no pa\u00eds. Historiadora e ativista dos direitos humanos, Sua obra mais conhecida \u00e9 o document\u00e1rio Ori, de 1989.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2518\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-300x200.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-768x512.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-1536x1023.jpeg 1536w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-800x533.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz-1160x773.jpeg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Mayana-Zatz.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Mayana Zatz<\/strong><\/p>\n<p>Refer\u00eancia na \u00e1rea da pesquisa em gen\u00e9tica humana, reconhecida mundialmente. Em 1981, fundou a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Distrofia Muscular.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2520\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad-300x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad-300x300.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad-150x150.jpeg 150w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad-12x12.jpeg 12w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad-80x80.jpeg 80w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Nadia-Ayad.jpeg 550w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Nadia Ayad<\/strong><\/p>\n<p>Formada em engenharia de materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), doutoranda em bioengenharia pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos e l\u00edder da Funda\u00e7\u00e3o Estudar. Recebeu o pr\u00eamio internacional <em>Global Graphene Challenge Competition <\/em>por criar um mecanismo sustent\u00e1vel que torna a \u00e1gua pot\u00e1vel usando a dessaliniza\u00e7\u00e3o a partir do grafeno.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2522\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo-300x200.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo-768x512.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo-18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo-800x534.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Simone-Maia-Evaristo.jpeg 1000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Simone Maia Evaristo<\/strong><\/p>\n<p>Bi\u00f3loga formada pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, e especializada em Citologia Cl\u00ednica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). \u00c9 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Citotecnologia (Anacito) e supervisora na \u00e1rea de ensino t\u00e9cnico do Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2523\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-300x200.jpeg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-768x512.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-2048x1366.jpeg 2048w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-18x12.jpeg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-800x533.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es-1160x773.jpeg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Sonia-Guimara\u0303es.jpeg 2560w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Sonia Guimar\u00e3es<\/strong><\/p>\n<p>Primeira mulher negra doutora em f\u00edsica e tamb\u00e9m primeira mulher negra a lecionar no Instituto Tecnol\u00f3gico de Aeron\u00e1utica (ITA). \u00c9 ativista na luta contra o racismo e a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2525\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Thelma-Krug.jpeg\" alt=\"\" width=\"279\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Thelma-Krug.jpeg 279w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Thelma-Krug-18x12.jpeg 18w\" sizes=\"(max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/p>\n<p><strong>Thelma Krug<\/strong><\/p>\n<p>Matem\u00e1tica, professora e pesquisadora com atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Pesquisadora aposentada do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e vice-presidente do sigla em ingl\u00eas para o Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), organiza\u00e7\u00e3o da ONU Graduou-se e fez mestrado na <em>Roosevelt University<\/em>, nos Estados Unidos, concluindo o doutorado em estat\u00edstica espacial pela Universidade de Sheffield, na Inglaterra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2526\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-266x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"266\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-266x300.jpeg 266w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-906x1024.jpeg 906w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-768x868.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-1359x1536.jpeg 1359w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-11x12.jpeg 11w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-800x904.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda-1160x1311.jpeg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Vivian-Miranda.jpeg 1770w\" sizes=\"(max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/><br \/>\nVivian Miranda<\/strong><\/p>\n<p>\u00danica brasileira a trabalhar em um projeto da Nasa para desenvolver um sat\u00e9lite avaliado em US$ 3,5 bilh\u00f5es (R$ 16,74 bilh\u00f5es). Graduada em f\u00edsica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) \u00e9 a primeira transexual a cursar p\u00f3s-doutorado em astrof\u00edsica na Universidade do Arizona (EUA), onde tamb\u00e9m \u00e9 pesquisadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2527\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/viviane-300x203.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"203\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/viviane-300x203.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/viviane-18x12.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/viviane.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><br \/>\nViviane dos Santos<\/strong><\/p>\n<p>Desenvolveu um produto catalisador que reduz emiss\u00e3o de gases poluentes, recebendo premia\u00e7\u00e3o m\u00e1xima em 2010 em uma confer\u00eancia na Finl\u00e2ndia, onde concorreu com 800 pesquisadores. Estudou bioqu\u00edmica e engenharia qu\u00edmica na <em>Delft University of Technology<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Descubra o legado e a import\u00e2ncia de 25 cientistas brasileiras que desafiaram&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":5623,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5616"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5616"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5616\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5619,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5616\/revisions\/5619"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5623"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5616"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5616"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5616"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}