{"id":6162,"date":"2024-06-17T07:55:42","date_gmt":"2024-06-17T07:55:42","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6162"},"modified":"2024-06-17T10:34:17","modified_gmt":"2024-06-17T10:34:17","slug":"alcancando-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6162","title":{"rendered":"Alcan\u00e7ando o mundo"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"editorial-de-1991-apresenta-planejamento-para-tornar-publicacao-uma-revista-academica-de-circulacao-internacional\"><span style=\"color: #808080;\">Editorial de 1991 apresenta planejamento para tornar publica\u00e7\u00e3o uma revista acad\u00eamica de circula\u00e7\u00e3o internacional<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O presente n\u00famero da <a href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/span><\/strong><\/a>, <em>Journal of the Brazilian Association for the Advancemente of Science<\/em>, inicia uma nova fase que pretende, a longo prazo, converter esta publica\u00e7\u00e3o em uma revista acad\u00eamica de circula\u00e7\u00e3o internacional. No meio de aproximadamente 2.000 revistas publicadas no Brasil, somente poucas aparecem em \u00edndices reconhecidos de cita\u00e7\u00e3o internacional e apenas cinco s\u00e3o indexadas no <em>Current Contents<\/em>, publicado pela principal organiza\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia, o Instituto de Informa\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (ISI). Os peri\u00f3dicos aceitos pelo ISI para o <em>Current Contents<\/em> t\u00eam duas caracter\u00edsticas fundamentais: uma r\u00edgida sele\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00f5es ap\u00f3s an\u00e1lise por revisores reconhecidos, e a predomin\u00e2ncia, sen\u00e3o exclusividade, de trabalhos publicados em ingl\u00eas. Essa orienta\u00e7\u00e3o assegura aos autores que seus trabalhos ser\u00e3o lidos pelos seus colegas acad\u00eamicos em todo o mundo. Tomando em considera\u00e7\u00e3o que a pesquisa torna-se mais e mais dispendiosa e que a fonte de financiamento prov\u00e9m, direta ou indiretamente, daqueles que pagam (usualmente pesados) impostos, uma ampla circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o gerada \u00e9 a principal presta\u00e7\u00e3o de contas aqueles que apoiam o nosso trabalho. Com o objetivo de colocar <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong>Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/strong><\/a> <\/span>entre as publica\u00e7\u00f5es internacionais, os novos editores planejam melhorar os crit\u00e9rios de aceita\u00e7\u00e3o dos artigos de forma progressiva. Eles devem ser escritos somente em ingl\u00eas (com muito poucas exce\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<h6 id=\"figura-1-capa-da-primeira-edicao-de-1991foto-acervo\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6163\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-229x300.jpg\" alt=\"\" width=\"382\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-229x300.jpg 229w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-783x1024.jpg 783w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-768x1004.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-1175x1536.jpg 1175w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-800x1046.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1-1160x1517.jpg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/CC-2E24-editorial-1991-figura1.jpg 1493w\" sizes=\"(max-width: 382px) 100vw, 382px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 1. Capa da primeira edi\u00e7\u00e3o de 1991<br \/>\n<\/strong>(Foto: Acervo)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contrariamente \u00e0 opini\u00e3o de alguns leitores e autores, a ado\u00e7\u00e3o da l\u00edngua inglesa por revistas publicadas no Brasil n\u00e3o leva \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o, de forma alguma, do que \u00e9 considerado \u201ccultura nacional\u201d. Ao contr\u00e1rio, ela \u00e9 atualmente a melhor maneira de divulgar as conquistas culturais brasileiras e aumentar a probabilidade de que elas sejam reconhecidas em escala internacional. A destrui\u00e7\u00e3o da cultura nacional \u00e9 feita, muito eficientemente, n\u00e3o pelos artigos acad\u00eamicos brasileiros escritos em ingl\u00eas, mas pela maioria dos canais de comunica\u00e7\u00e3o (que incluem a imprensa, o r\u00e1dio e a televis\u00e3o reunidos na denomina\u00e7\u00e3o absurda de \u201cm\u00eddia\u201d) e pela propor\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de professores que por d\u00e9cadas n\u00e3o foram preparados para educar gera\u00e7\u00f5es de brasileiros, em virtude da baixa prioridade destinada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o neste pa\u00eds. Por exemplo, quantos brasileiros s\u00e3o capazes de falar e escrever apropriadamente nossa l\u00edngua materna? Provavelmente uns poucos milhares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"tomando-em-consideracao-que-a-pesquisa-torna-se-mais-e-mais-dispendiosa-e-que-a-fonte-de-financiamento-provem-direta-ou-indiretamente-daqueles-que-pagam-usualmente-pesados-impostos-uma-a\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><em>\u201cTomando em considera\u00e7\u00e3o que a pesquisa torna-se mais e mais dispendiosa e que a fonte de financiamento prov\u00e9m, direta ou indiretamente, daqueles que pagam (usualmente pesados) impostos, uma ampla circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o gerada \u00e9 a principal presta\u00e7\u00e3o de contas aqueles que apoiam o nosso trabalho.\u201d<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A maioria dos pesquisadores no mundo, e tamb\u00e9m neste pa\u00eds, n\u00e3o s\u00e3o capazes de ler mais do que as suas pr\u00f3prias l\u00ednguas e o ingl\u00eas. Portanto, publicar em l\u00ednguas a que o mundo acad\u00eamico n\u00e3o tem acesso torna-se uma atividade ritual que, al\u00e9m de ser quase in\u00fatil, \u00e9 muito dispendiosa. N\u00e3o \u00e9 de espantar que todas as revistas escandinavas tenham adotado o ingl\u00eas como l\u00edngua obrigat\u00f3ria (antes da Segunda Guerra Mundial muitas delas adotaram o alem\u00e3o). Na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, revistas com nomes em ingl\u00eas publicam agora artigos em ingl\u00eas, uma vez que uma fra\u00e7\u00e3o predominante da vasta produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica sovi\u00e9tica est\u00e1 fora do alcance da maioria dos pesquisadores. A \u00fanica revista cient\u00edfica chinesa pass\u00edvel de destaque \u2013 <em>Acta S\u00ednica <\/em>\u2013 agora redenominada <em>Chinese Science<\/em> \u2013 \u00e9 escrita em ingl\u00eas h\u00e1 d\u00e9cadas, desde seu in\u00edcio, quando a China vivia uma era xenof\u00f3bica, de profundo obscurantismo. Quase todas as revistas alem\u00e3s, holandesas, japonesas e italianas est\u00e3o tamb\u00e9m sendo publicadas em ingl\u00eas. Em anos recentes, alguns dos mais vener\u00e1veis peri\u00f3dicos franceses tamb\u00e9m adotaram o ingl\u00eas. Existe um ditado intraduz\u00edvel na Alemanha que diz que: \u201cse o trabalho n\u00e3o \u00e9 bom, voc\u00ea provavelmente deveria public\u00e1-lo em alem\u00e3o\u201d. H\u00e1 20 anos o <em>Pfl\u00fcgers Archiv f\u00fcr die gesamte Physiologie<\/em>, umas das mais respeitadas publica\u00e7\u00f5es em fisiologia, solicitou de seus contribuintes que n\u00e3o mais submetessem trabalhos em alem\u00e3o, porque poucos investigadores poderiam l\u00ea-los fora dos pa\u00edses de l\u00edngua alem\u00e3 (essa revista eventualmente tornou-se o <em>European Journal of Physiology<\/em>).<\/p>\n<h6 id=\"figura-2-cesar-timo-iaria-editor-da-ciencia-cultura-durante-seu-periodo-de-internacionalizacao-foto-acervo-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6161\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"331\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-300x199.jpg 300w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-768x508.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-18x12.jpg 18w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria-800x529.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Cesar-Timo-Iaria.jpg 1041w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 2. Cesar Timo-Iaria, editor da Ci\u00eancia &amp; Cultura durante seu per\u00edodo de internacionaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<\/strong>(Foto: Acervo. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O largo reconhecimento human\u00edstico de cientistas que viveram nos \u00faltimos tr\u00eas s\u00e9culos e at\u00e9 as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX permitiu-lhes a habilidade de ler v\u00e1rias l\u00ednguas. A decad\u00eancia da erudi\u00e7\u00e3o, a uniformidade exasperante daquilo que em todo o mundo caracteriza a segunda metade do nosso s\u00e9culo, destruiu os privil\u00e9gios dos pesquisadores dos principais pa\u00edses da Europa de escrever seus trabalhos em suas pr\u00f3prias l\u00ednguas que, ent\u00e3o, podiam ser lidos pela maioria de seus colegas. A publica\u00e7\u00e3o de artigos acad\u00eamicos em ingl\u00eas n\u00e3o deve ser baseada na err\u00f4nea premissa de que essa l\u00edngua \u00e9 a melhor e a mais desenvolvida de todas (o que n\u00e3o \u00e9 verdade). A vantagem de usar o ingl\u00eas \u00e9 que essa l\u00edngua, falada em pa\u00edses predominantes em escala mundial desde o fim da Segunda Guerra Mundial, passou a ser uma l\u00edngua franca em todos os continentes, e desta forma intermediando todos os tipos de comunica\u00e7\u00e3o humana, prevalecendo sobre todas as outras l\u00ednguas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"se-os-artigos-e-revisoes-publicados-em-ciencia-cultura-pretendem-alcancar-a-comunidade-academica-internacional-devem-ser-escritos-em-ingles-se-eles-pretendem-ser-reconhecidos-devem-se\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><em>\u201cSe os artigos e revis\u00f5es publicados em Ci\u00eancia &amp; Cultura pretendem alcan\u00e7ar a comunidade acad\u00eamica internacional devem ser escritos em ingl\u00eas, se eles pretendem ser reconhecidos, devem ser selecionados rigorosamente por revisores respeitados no meio acad\u00eamico.\u201d <\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alguns pesquisadores brasileiros expressam abertamente a opini\u00e3o de que em certas \u00e1reas do conhecimento n\u00e3o h\u00e1 necessidade de se publicar em ingl\u00eas e atingir todo o mundo acad\u00eamico. Isso pode de fato ser verdadeiro em algumas ocasi\u00f5es muito restritas. Por exemplo, temas relacionados \u00e0s comunidades vivendo em favelas. Estudando a conviv\u00eancia de desenvolvimento urbano ou a remo\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o dessas favelas podem ser de interesse local para abordar de modo mais profundo o comportamento dessa popula\u00e7\u00e3o em favelas pode ser necess\u00e1rio a elabora\u00e7\u00e3o de leis gerais que governam o comportamento de agregados humanos que vivem em condi\u00e7\u00f5es de pen\u00faria e promiscuidade um assunto que tem sido largamente estudado com ratos nesse caso o tema torna-se de alto interesse acad\u00eamico o primeiro assunto pode ser comunicado em portugu\u00eas em di\u00e1rios populares e outros peri\u00f3dicos locais o \u00faltimo deve atingir antrop\u00f3logos soci\u00f3logos psic\u00f3logos psiquiatras e neurologistas de todo o mundo para alcan\u00e7ar esses objetivos ele deve ser comunicado em ingl\u00eas e publicado em revistas de circula\u00e7\u00e3o internacional esse \u00e9 o caso de muitas publica\u00e7\u00f5es sobre a \u00c1frica que aparecem em ingl\u00eas ou em franc\u00eas embora os autores sejam africanos.<\/p>\n<p>Se os artigos e revis\u00f5es publicados em <a href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong>Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/strong><\/a> pretendem alcan\u00e7ar a comunidade acad\u00eamica internacional devem ser escritos em ingl\u00eas, se eles pretendem ser reconhecidos devem ser selecionados rigorosamente por revisores respeitados no meio acad\u00eamico. Considerando a amplitude dos assuntos cobertos por <a href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong>Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/strong><\/a> a maioria dos pesquisadores brasileiros n\u00e3o acostumados a submeter trabalhos a peri\u00f3dicos internacionais se beneficiar\u00e1 em public\u00e1-los em ingl\u00eas em nossa revista vale a pena tentar.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 id=\"texto-publicado-originalmente-emtimo-iaria-cesar-editorial-cienc-cult-1991-vol-43-n-1\"><strong>Texto publicado originalmente em:<br \/>\n<\/strong>Timo-Iaria, Cesar.\u00a0Editorial.<em>\u00a0Cienc. Cult.<\/em>\u00a01991, vol.43, n.1.<\/h6>\n<h6 id=\"leia-o-texto-original-emhttps-memoria-bn-gov-br-docreader-docreader-aspxbib003069pagfis1\"><strong>Leia o texto original em:<br \/>\n<\/strong><a href=\"https:\/\/memoria.bn.gov.br\/docreader\/DocReader.aspx?bib=003069&amp;pagfis=1\">https:\/\/memoria.bn.gov.br\/docreader\/DocReader.aspx?bib=003069&amp;pagfis=1<\/a><\/h6>\n<h6 id=\"esse-texto-foi-atualizado-segundo-o-novo-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa\"><em>* Esse texto foi atualizado segundo o novo Acordo\u00a0Ortogr\u00e1fico da\u00a0L\u00edngua Portuguesa.<\/em><\/h6>\n<hr \/>\n<h6 id=\"capa-43a-reuniao-anual-da-sbpc-realizada-no-rio-de-janeiro-em-1991-ano-em-que-a-ciencia-cultura-passou-a-ser-publicada-em-inglesfoto-centro-de-memoria-sbpc-reproducao\"><strong>Capa. 43<sup>a<\/sup> Reuni\u00e3o Anual da SBPC, realizada no Rio de Janeiro em 1991 \u2013 ano em que a Ci\u00eancia &amp; Cultura passou a ser publicada em ingl\u00eas<br \/>\n<\/strong>(Foto: Centro de Mem\u00f3ria SBPC. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Editorial de 1991 apresenta planejamento para tornar publica\u00e7\u00e3o uma revista acad\u00eamica de&hellip;\n","protected":false},"author":204,"featured_media":6164,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[52,21],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/204"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6162"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6162\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6268,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6162\/revisions\/6268"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}