{"id":6182,"date":"2024-06-17T08:00:35","date_gmt":"2024-06-17T08:00:35","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6182"},"modified":"2024-06-13T20:47:06","modified_gmt":"2024-06-13T20:47:06","slug":"economia-verde-e-desenvolvimento-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6182","title":{"rendered":"Economia verde e desenvolvimento sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"transicao-para-uma-economia-verde-e-fundamental-para-mitigar-impacto-das-mudancas-climaticas-e-garantir-sustentabilidade-do-planeta\"><span style=\"color: #808080;\">Transi\u00e7\u00e3o para uma economia verde \u00e9 fundamental para mitigar impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e garantir sustentabilidade do planeta<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia de que podemos continuar com nossas pr\u00e1ticas econ\u00f4micas e sociais atuais \u00e9 uma ilus\u00e3o perigosa. Os eventos ambientais extremos \u2013 cada vez mais frequentes e intensos \u2013comprovam isso. Para Ricardo Abramovay, continuar seguindo a l\u00f3gica de explorar o meio ambiente sem pensar nas consequ\u00eancias acaba com qualquer chance de reverter, ou mesmo mitigar, os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u201cA maneira com que usamos os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u2013 como utilizamos os sistemas clim\u00e1ticas, a biodiversidades, a capacidade de absorver \u00e1gua por parte das cidades, a presen\u00e7a de carros nas ruas \u2013 vem em primeiro lugar do setor privado. E l\u00f3gica desse setor at\u00e9 aqui tem sido \u2018eu n\u00e3o tenho nada a ver com mudan\u00e7a clim\u00e1tica\u2019, ou \u2018mudan\u00e7a clim\u00e1tica \u00e9 um assunto do governo\u2019\u201d, explica o professor da C\u00e1tedra Josu\u00e9 de Castro da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica e do Instituto de Energia e Ambiente, ambos da USP. \u201cMas essa l\u00f3gica acabou. A l\u00f3gica n\u00e3o pode mais ser \u2018o que eu vou ganhar com isso\u2019. A l\u00f3gica tem que ser \u2018o que eu, como empresa, ofere\u00e7o para a sociedade, vai contribuir para prejudicar ou para regenerar os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos?\u2019\u201d, pontua.<\/p>\n<p>Neste cen\u00e1rio, a economia verde considera a finitude dos recursos naturais, os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e os limites planet\u00e1rios estabelecidos pela ci\u00eancia, oferecendo uma abordagem pr\u00e1tica e concreta para a implementa\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios da sustentabilidade. Trata-se de um modelo que integra pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e consumo dentro desses limites, promovendo a sustentabilidade e a justi\u00e7a social. A transi\u00e7\u00e3o para uma economia verde \u00e9 impulsionada por mudan\u00e7as regulat\u00f3rias e pela evolu\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia dos consumidores. No entanto, essa transi\u00e7\u00e3o apresenta desafios significativos. Pa\u00edses desenvolvidos, com suas pegadas ecol\u00f3gicas maiores, precisam reduzir seu impacto ambiental, enquanto os pa\u00edses em desenvolvimento devem encontrar maneiras de crescer economicamente sem repetir os erros dos mais ricos. \u201cO Brasil, com sua matriz energ\u00e9tica de baixa intensidade de carbono, tem uma oportunidade \u00fanica de liderar pelo exemplo, esverdeando ainda mais sua economia e aproveitando suas vantagens naturais\u201d, defende Ricardo Abramovay.<\/p>\n<p><strong>Confira o novo epis\u00f3dio!<\/strong><\/p>\n<p><iframe title=\"Spotify Embed: Economia verde e desenvolvimento sustent\u00e1vel\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/1YniiZBMrh13eV7rEf7kN7?si=qO_rCgt4RDCGYmLj8yS3_A&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Transi\u00e7\u00e3o para uma economia verde \u00e9 fundamental para mitigar impacto das mudan\u00e7as&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":6183,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6182"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6182"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6184,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6182\/revisions\/6184"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}