{"id":6975,"date":"2024-08-29T07:30:13","date_gmt":"2024-08-29T07:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6975"},"modified":"2024-08-27T19:25:30","modified_gmt":"2024-08-27T19:25:30","slug":"colaboradores-celebres-a-ciencia-cultura-e-seu-legado-na-promocao-da-ciencia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=6975","title":{"rendered":"Colaboradores c\u00e9lebres: A Ci\u00eancia &#038; Cultura e seu legado na promo\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia brasileira"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"desde-sua-fundacao-a-revista-nao-apenas-populariza-descobertas-e-inovacoes-mas-tambem-destaca-se-como-guia-para-pesquisadores-e-entusiastas-na-busca-por-solucoes-aos-desafios-contemporaneos\"><span style=\"color: #808080;\">Desde sua funda\u00e7\u00e3o, a revista n\u00e3o apenas populariza descobertas e inova\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m destaca-se como guia para pesquisadores e entusiastas na busca por solu\u00e7\u00f5es aos desafios contempor\u00e2neos<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Celebrando 75 anos de dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico, a Revista\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong>Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/strong><\/a><\/span> se firmou como um pilar essencial na promo\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia no Brasil. Ao longo de sua hist\u00f3ria, a publica\u00e7\u00e3o tem sido um palco para debates cient\u00edficos, um ve\u00edculo para a populariza\u00e7\u00e3o de descobertas e inova\u00e7\u00f5es, e um farol de inspira\u00e7\u00e3o para gera\u00e7\u00f5es de pesquisadores e entusiastas. Grandes nomes da ci\u00eancia brasileira passaram por suas p\u00e1ginas, contribuindo n\u00e3o apenas para a evolu\u00e7\u00e3o da revista, mas tamb\u00e9m para o avan\u00e7o do pensamento cient\u00edfico no pa\u00eds. Em um cen\u00e1rio onde a ci\u00eancia se torna cada vez mais vital para enfrentar os desafios contempor\u00e2neos, a import\u00e2ncia de divulgar e tornar acess\u00edveis os conhecimentos cient\u00edficos nunca foi t\u00e3o evidente.<\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Ci\u00eancia &amp; Cultura<\/span><\/strong><\/a>\u00a0\u00e9 o mais antigo ve\u00edculo de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em circula\u00e7\u00e3o no Brasil. Criada em 1949, no ano seguinte \u00e0 funda\u00e7\u00e3o da\u00a0<span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"http:\/\/www.sbpcnet.org.br\/\"><strong>Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC)<\/strong><\/a>\u00a0<\/span>a revista se consolidou como uma das publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas mais relevantes do Brasil. Ao longo de seus 75 anos, a publica\u00e7\u00e3o procurou se comunicar tanto com o grande p\u00fablico quanto com a comunidade cient\u00edfica e leitores especializados, tornando-se uma importante ferramenta para os debates contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da revista come\u00e7ou com um grupo impressionante de pioneiros que poderiam figurar em qualquer publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica mundial. Marcello Damy de Souza Santos, Heinrich Rheinboldt, Viktor Leinz, Carlos Arnaldo Krug e Newton Freire-Maia foram os primeiros redatores da Ci\u00eancia &amp; Cultura. Damy de Souza Santos, por exemplo, al\u00e9m de f\u00edsico e pesquisador, instalou o primeiro reator nuclear no Brasil. Rheinboldt, renomado qu\u00edmico, contribuiu significativamente para o ensino de qu\u00edmica no pa\u00eds. Viktor Leinz, ge\u00f3logo alem\u00e3o, foi um pioneiro em estudos petrogr\u00e1ficos no Brasil, enquanto Carlos Arnaldo Krug, agr\u00f4nomo destacado, foi respons\u00e1vel pelo primeiro h\u00edbrido duplo de milho cultivado no pa\u00eds. Newton Freire-Maia, geneticista e professor, tamb\u00e9m deixou sua marca na revista.<\/p>\n<p>Entretanto, Jos\u00e9 Reis emergiu como a figura central e vision\u00e1ria. M\u00e9dico patologista e um dos fundadores da <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"http:\/\/www.sbpcnet.org.br\/\"><strong>SBPC<\/strong><\/a><\/span>, Reis foi o primeiro editor da revista, guiando-a com uma vis\u00e3o ampla e inclusiva. Ele n\u00e3o apenas viu a <span style=\"color: #800000;\"><a style=\"color: #800000;\" href=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/\"><strong>Ci\u00eancia &amp; <\/strong><\/a><\/span><strong><span style=\"color: #800000;\">Cultura<\/span> <\/strong>como\u00a0uma publica\u00e7\u00e3o, mas como um \u00f3rg\u00e3o vital da SBPC, aberto n\u00e3o apenas aos cientistas, mas a todos os interessados na ci\u00eancia, suas aplica\u00e7\u00f5es e implica\u00e7\u00f5es. Ao longo de seus per\u00edodos como editor, de 1949 a 1954 e de 1972 a 1985, Reis moldou a revista como um ve\u00edculo essencial para o avan\u00e7o do conhecimento cient\u00edfico no Brasil. (Figura 1)<\/p>\n<h6 id=\"figura-1-jose-reisfoto-acervo-sbpc-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6061\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"290\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-218x300.jpg 218w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-743x1024.jpg 743w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-768x1058.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis-800x1102.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jose\u0301-Reis.jpg 839w\" sizes=\"(max-width: 290px) 100vw, 290px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 1. Jos\u00e9 Reis<br \/>\n<\/strong>(Foto: Acervo SBPC. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Reis, outros eminentes cientistas contribu\u00edram com artigos fundamentais. Carlos Chagas Filho, Jos\u00e9 Goldemberg, Oscar Sala e Aziz Ab\u2019Saber s\u00e3o apenas alguns dos nomes que enriqueceram as p\u00e1ginas da revista com suas pesquisas e reflex\u00f5es, impulsionando o desenvolvimento cient\u00edfico no pa\u00eds e al\u00e9m. Suas contribui\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas registraram o conhecimento contempor\u00e2neo, mas tamb\u00e9m inspiraram gera\u00e7\u00f5es futuras de cientistas brasileiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"celebridades-internacionais\"><strong>Celebridades internacionais<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/h4>\n<p>Na hist\u00f3ria da revista, figuras proeminentes da ci\u00eancia mundial deixaram sua marca indel\u00e9vel. Robert Oppenheimer, renomado f\u00edsico te\u00f3rico e diretor do Laborat\u00f3rio Nacional Los Alamos durante a Segunda Guerra Mundial, conhecido como o \u201cpai da bomba at\u00f4mica\u201d devido ao seu papel crucial no Projeto Manhattan, foi destacado pela primeira vez em 1953, durante sua visita ao Brasil. Durante esse per\u00edodo, ele enfatizou a import\u00e2ncia da ci\u00eancia no progresso humano, declarando: \u201c\u00c9 muito importante em uma democracia que o povo em geral e sobretudo os respons\u00e1veis pela causa p\u00fablica adquiram uma convic\u00e7\u00e3o profunda da import\u00e2ncia da ci\u00eancia para o progresso humano\u201d. Em 1962, suas reflex\u00f5es sobre cultura e ci\u00eancia ecoaram novamente nas p\u00e1ginas da revista, quando ele discutiu na Academia Brasileira de Ci\u00eancias sobre a responsabilidade da comunidade intelectual na reforma das institui\u00e7\u00f5es humanas para promover a paz.<\/p>\n<p>Albert Einstein tamb\u00e9m contribuiu para a revista em 1956 com o artigo \u201cApelo dos homens de ci\u00eancia contra a guerra\u201d, escrito em colabora\u00e7\u00e3o com outros cientistas. Nele, Einstein argumentou que o foco n\u00e3o deveria ser na vit\u00f3ria militar, mas sim em evitar o caminho desastroso da resposta militar, que considerava prejudicial para todos. (Figura 2)<\/p>\n<h6 id=\"figura-2-albert-einsteinreproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6976\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Albert-Einstein-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"299\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Albert-Einstein-225x300.jpg 225w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Albert-Einstein-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Albert-Einstein.jpg 589w\" sizes=\"(max-width: 299px) 100vw, 299px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 2. Albert Einstein<br \/>\n<\/strong>(Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Marie Curie, f\u00edsica e qu\u00edmica de renome, primeira mulher a ganhar um Pr\u00eamio Nobel e naturalizada francesa, tamb\u00e9m deixou sua marca na revista em 1981. Com L\u00facia Tosi, ela abordou em seu artigo \u201cA mulher brasileira, a universidade e a pesquisa cient\u00edfica\u201d os desafios enfrentados pelas mulheres na ci\u00eancia, apesar da aus\u00eancia de barreiras legais formais no acesso ao ensino superior no Brasil. Curie destacou os obst\u00e1culos sociais que, segundo ela, eram muitas vezes mais eficazes do que qualquer legisla\u00e7\u00e3o restritiva. (Figura 3)<\/p>\n<h6 id=\"figura-3-marie-curiereproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6978\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Marie-Curie-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Marie-Curie-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Marie-Curie-8x12.jpg 8w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Marie-Curie.jpg 637w\" sizes=\"(max-width: 267px) 100vw, 267px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 3. Marie Curie<br \/>\n<\/strong>(Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"presenca-das-mulheres\"><strong>Presen\u00e7a das mulheres <\/strong><\/h4>\n<p>A revista Ci\u00eancia &amp; Cultura tem sido palco de importantes contribui\u00e7\u00f5es de mulheres que deixaram um legado marcante na ci\u00eancia brasileira. Rosina de Barros, renomada pesquisadora e professora da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), desempenhou um papel crucial na institucionaliza\u00e7\u00e3o da gen\u00e9tica no Brasil. Em 1949, ela se tornou a primeira mulher a publicar um artigo na revista, intitulado \u201cUm caso de altera\u00e7\u00e3o na propor\u00e7\u00e3o entre os sexos, em \u2018<em>Drosophila mercatorum pararepleta<\/em>\u2019\u201d. Esse trabalho n\u00e3o s\u00f3 reflete seu compromisso com a pesquisa em zoologia e biologia celular, como tamb\u00e9m ilustra temas de destaque nas publica\u00e7\u00f5es do Departamento de Biologia Geral nas d\u00e9cadas de 1930 e 1940.<\/p>\n<p>Johanna Dobereiner, agr\u00f4noma pioneira em biologia do solo, deixou sua marca com estudos que revolucionaram a agricultura tropical, especialmente no cultivo de soja. Em 1959, seu artigo \u201cInflu\u00eancia da umidade do solo na popula\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias do g\u00eanero <em>Beijerinckia derx<\/em>\u201d destacou-se na revista pela import\u00e2ncia de suas descobertas para a ci\u00eancia agr\u00edcola. (Figura 4)<\/p>\n<h6 id=\"figura-4-johanna-dobereinerreproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-6977\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Johanna-Dobereiner-216x300.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Johanna-Dobereiner-216x300.jpg 216w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Johanna-Dobereiner-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Johanna-Dobereiner.jpg 625w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 4. Johanna Dobereiner<br \/>\n<\/strong>(Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Carolina Bori, figura ic\u00f4nica na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), foi a primeira mulher a presidir a entidade em 1987. Al\u00e9m de sua lideran\u00e7a marcante, contribuiu significativamente para a populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia no Brasil, atrav\u00e9s de programas de r\u00e1dio e confer\u00eancias, e advogou pela integra\u00e7\u00e3o da psicologia como disciplina essencial no pa\u00eds. Em 1964, seu artigo \u201cUm curso moderno de psicologia\u201d na revista exemplificou seu compromisso com o avan\u00e7o do conhecimento cient\u00edfico e sua aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica na sociedade. (Figura 5)<\/p>\n<h6 id=\"figura-5-carolina-borifoto-acervo-sbpc-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-5620\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori.jpeg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"263\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori.jpeg 277w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/carolina-bori-18x12.jpeg 18w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 5. Carolina Bori<br \/>\n<\/strong>(Foto: Acervo SBPC. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A revista tamb\u00e9m foi enriquecida por outras mulheres not\u00e1veis, como Mayana Zats, pioneira em biologia molecular e gen\u00e9tica; Lilia Moritz Schwarcz, renomada historiadora e antrop\u00f3loga; Elza Furtado Gomide, a primeira doutora em matem\u00e1tica pela USP; e Ima Vieira, destacada pesquisadora do Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi. Cada uma delas contribuiu de maneira \u00fanica para a ci\u00eancia e deixou um legado na hist\u00f3ria da publica\u00e7\u00e3o. Essas mulheres n\u00e3o apenas abriram caminho para futuras gera\u00e7\u00f5es de cientistas, mas tamb\u00e9m redefiniram o panorama da pesquisa cient\u00edfica no Brasil, demonstrando um compromisso cont\u00ednuo com a excel\u00eancia acad\u00eamica e a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Desde sua funda\u00e7\u00e3o, a revista n\u00e3o apenas populariza descobertas e inova\u00e7\u00f5es, mas&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":6979,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6975"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6975"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6975\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6981,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6975\/revisions\/6981"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6979"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6975"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6975"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6975"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}