{"id":8224,"date":"2025-05-07T07:30:50","date_gmt":"2025-05-07T07:30:50","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=8224"},"modified":"2025-05-05T14:14:11","modified_gmt":"2025-05-05T14:14:11","slug":"os-pioneiros-que-colocaram-o-brasil-no-mapa-cientifico-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=8224","title":{"rendered":"Os pioneiros que colocaram o Brasil no mapa cient\u00edfico mundial"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"conheca-cientistas-brasileiros-que-transformaram-a-ciencia-e-marcaram-a-historia-com-descobertas-que-mudaram-o-pais-e-o-mundo\"><span style=\"color: #808080;\">Conhe\u00e7a cientistas brasileiros que transformaram a ci\u00eancia e marcaram a hist\u00f3ria com descobertas que mudaram o pa\u00eds \u2014 e o mundo.<\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar em quantas vidas foram salvas, quantas doen\u00e7as foram controladas, quantas tecnologias foram desenvolvidas e quantas portas se abriram gra\u00e7as ao trabalho de cientistas brasileiros? Quando falamos de ci\u00eancia no Brasil, n\u00e3o estamos lidando apenas com teoria ou pesquisa de laborat\u00f3rio. Estamos falando de nomes que mudaram o rumo da sa\u00fade p\u00fablica, expandiram os horizontes da astronomia, colocaram o pa\u00eds em destaque na f\u00edsica mundial e defenderam causas sociais ao lado da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Esses nomes representam apenas uma parte da contribui\u00e7\u00e3o brasileira para o conhecimento cient\u00edfico global. Em comum, todos mostram que a ci\u00eancia \u00e9 uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o \u2014 capaz de curar, proteger, descobrir e mudar o mundo. Eles nos ensinam que investir em ci\u00eancia \u00e9 investir no futuro do pa\u00eds.<\/p>\n<h4 id=\"bertha-lutz-ciencia-e-luta-por-direitos\" style=\"text-align: center;\"><strong>Bertha Lutz: ci\u00eancia e luta por direitos<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"bertha-lutz-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-7835 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-244x300.jpg\" alt=\"\" width=\"244\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-244x300.jpg 244w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-832x1024.jpg 832w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-768x945.jpg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-1248x1536.jpg 1248w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-1664x2048.jpg 1664w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-10x12.jpg 10w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-800x985.jpg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1-1160x1428.jpg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/bertha-1.jpg 1691w\" sizes=\"(max-width: 244px) 100vw, 244px\" \/><span style=\"font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';\">(Bertha Lutz. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Filha do cientista Adolfo Lutz, Bertha Maria J\u00falia Lutz foi uma bi\u00f3loga renomada e uma das maiores lideran\u00e7as do feminismo no Brasil. Graduada em Ci\u00eancias Naturais pela Sorbonne e em Direito no Brasil, foi especialista em anf\u00edbios e pesquisadora do Museu Nacional por 46 anos. Descobriu novas esp\u00e9cies e teve animais batizados com seu nome \u2014 como a perereca <em>Aplastodiscus lutzorum<\/em> e a raia <em>Hypanus berthalutzea<\/em>. Mas sua atua\u00e7\u00e3o foi al\u00e9m da ci\u00eancia. Foi a segunda mulher a integrar o servi\u00e7o p\u00fablico brasileiro e lutou ativamente pelo direito ao voto feminino, conquistado em 1932. Representou o Brasil na Confer\u00eancia da ONU em S\u00e3o Francisco, em 1945, onde defendeu a inclus\u00e3o da igualdade de g\u00eanero na Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Um nome essencial para entender a interse\u00e7\u00e3o entre ci\u00eancia, pol\u00edtica e justi\u00e7a social.<\/p>\n<h4 id=\"carlos-chagas-o-cientista-que-deu-nome-a-uma-doenca\" style=\"text-align: center;\"><strong>Carlos Chagas: o cientista que deu nome a uma doen\u00e7a<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"carlos-chagas-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-8225\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/carlkos-chagas.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"252\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/carlkos-chagas.jpg 200w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/carlkos-chagas-10x12.jpg 10w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><br \/>\n(Carlos Chagas. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Carlos Chagas foi um m\u00e9dico sanitarista, infectologista e bacteriologista brilhante. Ele descobriu o protozo\u00e1rio <em>Trypanosoma cruzi<\/em>, que causa a Doen\u00e7a de Chagas \u2014 uma das enfermidades tropicais mais relevantes da Am\u00e9rica Latina. Foi o \u00fanico cientista no mundo a descrever completamente uma doen\u00e7a: agente causador, vetor, sintomas e formas de preven\u00e7\u00e3o. Chagas tamb\u00e9m atuou no combate \u00e0 mal\u00e1ria, leptospirose e doen\u00e7as ven\u00e9reas, e trabalhou em grandes expedi\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em Minas Gerais e na Amaz\u00f4nia. Em 1919, foi convidado a dirigir o Departamento Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica, cargo no qual fortaleceu o sistema de sa\u00fade e saneamento no pa\u00eds. Sua trajet\u00f3ria \u00e9 um exemplo de como a ci\u00eancia pode ter impacto direto e transformador na vida das pessoas.<\/p>\n<h3 id=\"\"><strong>\u00a0<\/strong><\/h3>\n<h4 id=\"cesar-lattes-o-nome-que-virou-plataforma\" style=\"text-align: center;\"><strong>C\u00e9sar Lattes: o nome que virou plataforma<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"cesar-lattes-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-5693 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/CC-1E24-opinia\u0303o-Cesar-Lattes-na-Universidade-Federal-de-Mato-Grosso-figura1-193x300.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/CC-1E24-opinia\u0303o-Cesar-Lattes-na-Universidade-Federal-de-Mato-Grosso-figura1-193x300.jpg 193w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/CC-1E24-opinia\u0303o-Cesar-Lattes-na-Universidade-Federal-de-Mato-Grosso-figura1-8x12.jpg 8w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/CC-1E24-opinia\u0303o-Cesar-Lattes-na-Universidade-Federal-de-Mato-Grosso-figura1.jpg 554w\" sizes=\"(max-width: 193px) 100vw, 193px\" \/><br \/>\n(Cesar Lattes. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>C\u00e9sar Lattes talvez seja um dos nomes mais conhecidos da ci\u00eancia brasileira \u2014 e n\u00e3o apenas entre cientistas. Afinal, seu sobrenome batiza a plataforma Lattes, o sistema nacional que re\u00fane os curr\u00edculos de todos os pesquisadores do pa\u00eds. Filho de imigrantes italianos, nascido no Paran\u00e1, Lattes estudou F\u00edsica e Matem\u00e1tica na USP e trilhou um caminho brilhante, que incluiu uma bolsa da Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller, uma temporada na Universidade da Calif\u00f3rnia e contribui\u00e7\u00f5es fundamentais \u00e0 f\u00edsica de part\u00edculas. Lattes foi um dos descobridores do <em>m\u00e9son pi<\/em> (ou p\u00edon), uma part\u00edcula subat\u00f4mica essencial para entender as for\u00e7as nucleares. Fundador do Centro Brasileiro de Pesquisas F\u00edsicas, no Rio de Janeiro, Lattes foi considerado o maior f\u00edsico brasileiro de sua gera\u00e7\u00e3o, colocando o Brasil no cen\u00e1rio internacional da ci\u00eancia com uma descoberta revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<h4 id=\"-2\"><\/h4>\n<h4 id=\"duilia-de-mello-o-ceu-nao-e-o-limite\" style=\"text-align: center;\"><strong>Duilia de Mello: o c\u00e9u n\u00e3o \u00e9 o limite<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"duilia-de-mello-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8226 size-full\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/duilia.jpeg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/duilia.jpeg 250w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/duilia-150x150.jpeg 150w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/duilia-12x12.jpeg 12w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/duilia-80x80.jpeg 80w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><br \/>\n(Duilia de Mello. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Do Rio de Janeiro para o espa\u00e7o sideral, Duilia Fernandes de Mello \u00e9 uma das maiores astr\u00f4nomas brasileiras da atualidade. Com doutorado pela USP e experi\u00eancia em universidades nos EUA, Duilia tornou-se pesquisadora da NASA e professora titular na Universidade Cat\u00f3lica de Washington, onde tamb\u00e9m foi vice-reitora. Foi ela quem descobriu a maior gal\u00e1xia espiral j\u00e1 conhecida, a NGC6872. Sua trajet\u00f3ria inspira jovens cientistas e mostra que a ci\u00eancia brasileira tamb\u00e9m brilha no exterior \u2014 e no universo. Al\u00e9m de pesquisadora, Duilia tamb\u00e9m se dedica \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e ao incentivo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de mulheres nas ci\u00eancias exatas e espaciais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"johanna-dobereiner-desvendando-a-agronomia\" style=\"text-align: center;\"><strong>Johanna D\u00f6bereiner: desvendando a agronomia <\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"johanna-dobereiner-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-7402 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Johanna-Dobereiner-216x300.jpg\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Johanna-Dobereiner-216x300.jpg 216w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Johanna-Dobereiner-9x12.jpg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Johanna-Dobereiner.jpg 625w\" sizes=\"(max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/><br \/>\n(Johanna D\u00f6bereiner. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00ea sabia que a soja brasileira dispensa fertilizantes nitrogenados gra\u00e7as \u00e0 ci\u00eancia feita aqui? Isso se deve, em grande parte, ao trabalho da cientista Johanna D\u00f6bereiner. Nascida na antiga Checoslov\u00e1quia, radicou-se no Brasil, onde se dedicou ao estudo das bact\u00e9rias fixadoras de nitrog\u00eanio \u2013 como os riz\u00f3bios \u2013 e sua rela\u00e7\u00e3o com as plantas. Enquanto pa\u00edses como os EUA investiam pesado em fertilizantes qu\u00edmicos, Johanna apostava na for\u00e7a da natureza e provou que era poss\u00edvel cultivar soja de forma mais sustent\u00e1vel, eficiente e barata. O impacto foi gigantesco: a t\u00e9cnica economiza bilh\u00f5es de d\u00f3lares ao pa\u00eds todo ano e consolidou o Brasil como pot\u00eancia agr\u00edcola no cen\u00e1rio mundial. Uma mulher que usou o microsc\u00f3pio para transformar n\u00e3o s\u00f3 a lavoura, mas a economia e a ci\u00eancia brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"nise-da-silveira-saude-mental-humanizada\" style=\"text-align: center;\"><strong>Nise da Silveira: sa\u00fade mental humanizada <\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"nise-da-silveira-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8227 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/nise-211x300.png\" alt=\"\" width=\"211\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/nise-211x300.png 211w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/nise-8x12.png 8w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/nise.png 220w\" sizes=\"(max-width: 211px) 100vw, 211px\" \/><br \/>\n(Nise da Silveira. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando falamos em sa\u00fade mental no Brasil, o nome de Nise da Silveira \u00e9 indispens\u00e1vel. M\u00e9dica alagoana formada na d\u00e9cada de 1920, Nise revolucionou a psiquiatria ao se recusar a adotar os tratamentos violentos da \u00e9poca, como eletrochoques e lobotomias. Em pleno s\u00e9culo XX, ela ousou propor algo radical: escutar os pacientes. No Centro Psiqui\u00e1trico Pedro II, no Engenho de Dentro (RJ), criou ateli\u00eas terap\u00eauticos e usou a arte como ferramenta de express\u00e3o e cura para pessoas diagnosticadas com transtornos mentais. Fundou o Museu de Imagens do Inconsciente, um acervo vivo da alma humana, e defendeu a rela\u00e7\u00e3o com animais como parte do cuidado. Sua vis\u00e3o humanizada inspirou pr\u00e1ticas que ainda hoje desafiam estigmas e ampliam horizontes sobre o que \u00e9 &#8220;normal&#8221; e sobre o que significa cuidar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 id=\"oswaldo-cruz-o-heroi-da-saude-publica\" style=\"text-align: center;\"><strong>Oswaldo Cruz: o her\u00f3i da sa\u00fade p\u00fablica<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"oswaldo-cruz-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8228 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Oswaldo-Cruz-251x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"251\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Oswaldo-Cruz-251x300.jpeg 251w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Oswaldo-Cruz-10x12.jpeg 10w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Oswaldo-Cruz.jpeg 330w\" sizes=\"(max-width: 251px) 100vw, 251px\" \/><br \/>\n(Oswaldo Cruz. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando o Brasil enfrentava surtos de febre amarela, var\u00edola e peste bub\u00f4nica, foi Oswaldo Cruz quem liderou o combate. M\u00e9dico, sanitarista, bacteriologista e epidemiologista, ele nasceu em S\u00e3o Paulo e se formou em Medicina no Rio de Janeiro. Estudou microbiologia e imunologia em Paris, no Instituto Pasteur, e, ao voltar ao Brasil, foi nomeado Diretor de Sa\u00fade P\u00fablica pelo presidente Rodrigues Alves. Enfrentou resist\u00eancia ao promover campanhas de vacina\u00e7\u00e3o em massa, mas suas a\u00e7\u00f5es salvaram vidas e mudaram a forma como o pa\u00eds lidava com epidemias. Gra\u00e7as a ele, a febre amarela foi erradicada no Rio de Janeiro e a sa\u00fade p\u00fablica passou a ser tratada com mais seriedade. Seu legado vive at\u00e9 hoje na Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), que segue na linha de frente da ci\u00eancia e da sa\u00fade brasileira.<\/p>\n<h3 id=\"-3\"><\/h3>\n<h4 id=\"vital-brazil-o-antidoto-contra-o-veneno\" style=\"text-align: center;\"><strong>Vital Brazil: o ant\u00eddoto contra o veneno<\/strong><\/h4>\n<h6 id=\"vital-brazil-reproducao\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8229 size-medium\" src=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-222x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"222\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-222x300.jpeg 222w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-757x1024.jpeg 757w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-768x1038.jpeg 768w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-1136x1536.jpeg 1136w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-1515x2048.jpeg 1515w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-9x12.jpeg 9w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-800x1082.jpeg 800w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-1160x1569.jpeg 1160w, https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Vital-Brazil-scaled.jpeg 1893w\" sizes=\"(max-width: 222px) 100vw, 222px\" \/><br \/>\n(Vital Brazil. Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se voc\u00ea conhece algu\u00e9m que sobreviveu a uma picada de cobra, provavelmente tem uma d\u00edvida indireta com Vital Brazil. M\u00e9dico, pesquisador e sanitarista, ele foi o respons\u00e1vel pelo desenvolvimento do soro antiof\u00eddico \u2014 que salva milhares de vidas todos os anos. Nascido em Minas Gerais, atuou em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro, fundando o Instituto Vital Brazil, refer\u00eancia mundial na produ\u00e7\u00e3o de soros e vacinas. Vital dedicou 20 anos \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, enfrentando doen\u00e7as como peste bub\u00f4nica, febre amarela, var\u00edola e tifo. Trabalhou no Instituto Butantan e desenvolveu pesquisas com toxinas de animais pe\u00e7onhentos. Seu legado permanece vivo em cada dose de soro que chega a quem mais precisa, principalmente em regi\u00f5es rurais e florestais do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"capa-ilustracao\">Capa. Ilustra\u00e7\u00e3o<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Conhe\u00e7a cientistas brasileiros que transformaram a ci\u00eancia e marcaram a hist\u00f3ria com&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":8230,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,2],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8224"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8224"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8224\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8233,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8224\/revisions\/8233"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8230"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8224"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8224"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8224"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}