{"id":8525,"date":"2025-07-08T08:00:06","date_gmt":"2025-07-08T08:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=8525"},"modified":"2025-07-07T19:20:23","modified_gmt":"2025-07-07T19:20:23","slug":"a-quantica-e-a-musica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/?p=8525","title":{"rendered":"A qu\u00e2ntica e a m\u00fasica"},"content":{"rendered":"<h4 id=\"no-ano-internacional-da-ciencia-e-das-tecnologias-quanticas-arte-e-ciencia-se-entrelacam-em-sons-ideias-e-possibilidades\"><span style=\"color: #808080;\">No Ano Internacional da Ci\u00eancia e das Tecnologias Qu\u00e2nticas, arte e ci\u00eancia se entrela\u00e7am em sons, ideias e possibilidades.<\/span><\/h4>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>]Voc\u00ea j\u00e1 pensou que uma can\u00e7\u00e3o pode ter algo de qu\u00e2ntico? Que o improviso de um m\u00fasico pode carregar o mesmo esp\u00edrito de incerteza que desafia a f\u00edsica moderna? Em 2025, ao celebrar os 100 anos da f\u00edsica qu\u00e2ntica, abre-se espa\u00e7o tamb\u00e9m para explorar como os conceitos mais complexos da ci\u00eancia encontram resson\u00e2ncia na arte \u2014 especialmente na m\u00fasica.<\/p>\n<p>Para falar sobre essa ponte entre f\u00edsica e m\u00fasica, ningu\u00e9m melhor do que Moreno Veloso \u2014 cantor, compositor e produtor musical. Nessa entrevista especial, ele nos ajuda a entender o que a arte tem de \u201cqu\u00e2ntica\u201d, como a m\u00fasica pode dialogar com os conceitos cient\u00edficos e por que esse encontro \u00e9 mais natural do que parece. \u201cA f\u00edsica qu\u00e2ntica come\u00e7ou a, de uma certa forma, abrir mais os horizontes da ci\u00eancia de uma forma geral\u201d, pontua.<\/p>\n<p>Formado em F\u00edsica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) antes de mergulhar de vez na carreira art\u00edstica, Moreno Veloso conta que o fasc\u00ednio pela ci\u00eancia nunca o abandonou. Ele destaca que tanto a m\u00fasica quanto a f\u00edsica qu\u00e2ntica rompem com l\u00f3gicas lineares e abrem espa\u00e7o para novas formas de pensar o tempo, o espa\u00e7o e a mat\u00e9ria. \u201cE essa abertura, essa estranheza, pode ser preenchida com todos os tipos de arte e de pensamento. Ela s\u00f3 n\u00e3o pode ser preenchida com a ignor\u00e2ncia\u201d.<\/p>\n<p>E como a arte pode ajudar a divulgar a ci\u00eancia? Para Moreno Veloso, a resposta \u00e9 clara: \u201cTem um pouco de tudo nessa rela\u00e7\u00e3o da arte com a divulga\u00e7\u00e3o e da ci\u00eancia com a divulga\u00e7\u00e3o, uma coisa ligada a outra, uma coisa ajudando a expressar a outra\u201d, explica. No <em>Ano Internacional da Ci\u00eancia e das Tecnologias Qu\u00e2nticas<\/em>, \u00e9 esse tipo de conex\u00e3o para se celebrar: n\u00e3o somente o avan\u00e7o t\u00e9cnico, mas tamb\u00e9m a capacidade que a ci\u00eancia tem de inspirar sonhos, provocar emo\u00e7\u00f5es e encontrar caminhos inesperados na arte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ou\u00e7a ao epis\u00f3dio completo:<\/strong><\/p>\n<p><iframe title=\"Spotify Embed: A qu\u00e2ntica e a m\u00fasica\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/2FyHuawfKEoVzcn1zWELXl?si=ec276dabf4a947b5&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"No Ano Internacional da Ci\u00eancia e das Tecnologias Qu\u00e2nticas, arte e ci\u00eancia&hellip;\n","protected":false},"author":19,"featured_media":8526,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8525"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8525"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8525\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8528,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8525\/revisions\/8528"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8526"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8525"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8525"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacienciaecultura.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8525"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}