Entre enredos e imagens

O uso de filmes no Ensino de Ciências

Resumo

O trabalho pedagógico com filmes no Ensino de Ciências emerge pelo seu potencial em oportunizar debates e reflexões sobre diferentes aspectos de um tema em sala de aula. A partir das histórias narradas, essa abordagem possibilita discutir conhecimentos conceituais, temas e situações do cotidiano. A linguagem cinematográfica pode se tornar um valioso dispositivo de aprendizagem, visto que estimula o estudante a pensar e falar sobre seus entendimentos e significações. Isso viabiliza a instauração de novas formas de estar em sala de aula, proporcionando mudanças nesse espaço educativo, uma vez que as produções, por meio de seus enredos, imagens e sons, despertam nossas emoções, sentimentos e criatividade. Embora ofereça potencialidades para o ensino, a incorporação dessa mídia nas atividades de ciências depende diretamente da atitude do professor, bem como ele irá planejar e desenvolver sua prática pedagógica. O texto apresenta sugestão de roteiro para os professores, indicações de séries e filmes de animação e ficção, além de conteúdos e assuntos que podem ser discutidos em sala de aula a partir das obras. Por fim, o material pode ser trabalhado com estudantes de qualquer nível da Educação Básica ou adaptado para outros componentes curriculares e/ou atividades de ensino, dado o fascínio que o enredo cinematográfico exerce em seus espectadores ao apresentar conhecimentos e saberes produzidos pela humanidade.

É possível encantar e ensinar com filmes!

Há mais de um século que o cinema — no texto, o termo cinema poderá ser empregado como sinônimo de filmes — atravessa nossas vidas, apresentando-nos modos de ser, interagir e pensar. Essa mídia exerce grande fascínio em seus espectadores, e seu enredo apresenta conhecimentos e saberes produzidos pela humanidade. Os filmes comerciais, produzidos com finalidade de entretenimento, não foram planejados para fins didáticos, porém, pela diversidade de temas que tratam, caracterizam-se como um instrumento com potencial para a atividade no ensino de Ciências (EC).

Entendo, com Vigotski (1929, 2008),[1, 2] que o cinema é um instrumento que serve para organizar o conhecimento, o signo (linguagem) e o pensamento. Dessa maneira, o uso de filmes comerciais na prática pedagógica docente se caracteriza como um instrumento que permite significações, um meio para desenvolver a ação mental, para pensar sobre determinadas questões e situações que tangem o ensino de Ciências. Para tanto, a intermediação do professor tem um papel preponderante, pois a atividade com os filmes tem que ser uma ação planejada e intencional, com o objetivo de provocar novos entendimentos sobre o assunto que está sendo desenvolvido/debatido com os estudantes.

 

“O cinema na sala de aula possibilita discutir conhecimentos conceituais, temas e situações do cotidiano por meio das histórias narradas.”

 

Filmes, séries e documentários são artefatos culturais que sempre me despertaram encantamento, imaginação e curiosidade, além da possibilidade de conhecer o novo, sejam lugares, objetos, culturas ou comportamentos. Daí nasce o interesse de usá-los na pesquisa e pedagogicamente em sala de aula. Compreendo que o trabalho pedagógico com filmes no EC emerge pelo seu potencial em possibilitar debates e reflexões sobre vários aspectos de um tema em sala de aula.

Geralmente, os filmes apresentam um contexto histórico-social, aspectos éticos, presença de conceitos das diversas áreas do conhecimento, numa inter-relação dinâmica. Não se trata, portanto, de mais uma “metodologia de ensino” fragmentada, linear, mas de um meio que propicia novas abordagens e compreensões de situações complexas, potencializando a percepção dos acontecimentos e contribuindo para a construção de significados.

Dentro dessa perspectiva, o cinema na sala de aula possibilita discutir conhecimentos conceituais, temas e situações do cotidiano por meio das histórias narradas. A linguagem cinematográfica pode tornar-se um valioso dispositivo de aprendizagem, visto que estimula o estudante a pensar e falar sobre seus entendimentos e significações, tornando viável a instauração de novas formas de estar em sala de aula, proporcionando mudanças nesse espaço educativo. (Figura 1)


Figura 1. Crianças aprendem ciência através de filmes
(Foto: Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes. Reprodução)

 

Outro fator importante no trabalho pedagógico com os filmes é garantir uma abordagem além da experiência cotidiana, sem negá-la.[3] Para esse autor, o professor deve “propor aos alunos leituras mais ambiciosas além do puro lazer, fazendo a ponte entre emoção e razão de forma mais direcionada, incentivando o aluno a se tornar um espectador mais exigente e crítico, propondo relações de conteúdo/linguagem”.[3]

É preciso que os professores de Ciências e das outras áreas do conhecimento repensem seu fazer e compreendam que somente quando as suas atividades pedagógicas tiverem uma real significação para os estudantes, quando a teoria estiver articulada com a prática, haverá um avanço na discussão de um ensino de qualidade.

Dessa maneira, ao aliar o imaginário do cinema com fatos da vida real, o professor possibilita aos estudantes situações e “cenários que retratam a diversidade cultural da sociedade e os valores individuais e coletivos, que posteriormente podem ser discutidos e ampliados por meio de situações dialógicas mediadas”, [4] pois, ao assistir a um filme, um universo imaginário se expõe ao espectador. Nas palavras de Bernardet (1985, p. 12): [5]

 

[…] parece tão verdadeiro – embora a gente saiba que é de mentira – que dá para fazer de conta, enquanto dura o filme, que é verdade. Um pouco como num sonho: o que a gente vê e faz num sonho não é real, mas isso só sabemos depois, quando acordamos. Enquanto dura o sonho, pensamos que é verdade.

 

Ao pensar sobre o “poder” do cinema, partilho do entendimento de Oliveira Jr. (1999) [6] ao expressar que os filmes tocam o sujeito, primeiro pela emoção e depois pela razão. Esse processo possibilita ao espectador despertar sua imaginação e estabelecer aproximações com o seu cotidiano. A dimensão educativa do cinema como instrumento pedagógico está na proposição de que, se ele “encanta, deslumbra e emociona, ele também ensina”. [7]

 

“O trabalho com filmes na escola pode ir, aos poucos, modificando a prática docente e as salas de aula de Ciências.”

 

Sobre esse ponto, é interessante notar que o cinema também pode ser compreendido a partir da perspectiva do lúdico. Ao nos depararmos com um enredo fílmico, ficamos imersos na história, nas emoções, nas sensações, nas situações e na imaginação que ele desperta. Nesse sentido, Farias, Domingues e Matos (2025, p. 4) [8] apontam que a “ludicidade pode se manifestar através de atividades que promovem a participação ativa dos estudantes, estimulando a criatividade, a imaginação e a interação social”. Diante das potencialidades dos filmes já mencionadas, podemos identificar neles aspectos lúdicos que são importantes para os processos de ensino e aprendizagem.

 

Linguagem audiovisual, linguagem educativa

Nesse sentido, para compreender o papel que os filmes podem ter no ensino, Moran (1995, p. 2) [9] advoga que “a linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo”, já a “linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica”.

O trabalho com filmes na escola pode ir, aos poucos, modificando a prática docente e as salas de aula de Ciências,[10] contribuindo para “dar respostas a alguns dos problemas identificados nas escolas como dificuldade de comunicação entre adolescentes e professores, o desinteresse das crianças pelas atividades escolares e questões ligadas às diferentes capacidades de percepção e atenção”.[11]

O discurso de incorporar os filmes comerciais no EC parte da premissa de que sons, imagens e palavras veiculados por esse instrumento apresentam uma nova possibilidade de aprender, de interagir e de estar na sala de aula. O professor tem um papel decisivo no trabalho com essa mídia; trazê-la para a sala de aula requer planejamento e comprometimento com os conhecimentos, atitudes, procedimentos e valores a serem abordados. A escola é o lugar de ampliação e ressignificação dos conhecimentos produzidos e sistematizados pela humanidade; nesse sentido, a escola tem uma importante função social, que é ensinar.

Ensinar para que os alunos desenvolvam capacidades intelectuais e reflexivas para lidar com as situações complexas do mundo moderno. Nesse sentido, é importante compreender a abordagem, a elaboração e as vivências de atividades pedagógicas com filmes. O filme, como instrumento de mediação, possibilita, no entender de Varani e Chaluh (2008, p. 4),[12] outra forma de olhar/enxergar o cotidiano da escola, em “que não há um só caminho, uma forma, uma estratégia para ensinar e aprender, que não há uma só forma de pensar e que podemos nos relacionar com os conhecimentos de outras formas das estipuladas pela ciência moderna”.

Embora ofereça potencialidades para o ensino, a incorporação de filmes nas aulas depende diretamente da atitude do professor, da forma como ele irá planejar e desenvolver suas atividades pedagógicas com os filmes, de como ele fará a intermediação e a interação entre os sujeitos e o conhecimento que estão sendo apresentados na obra. A partir do exposto, compreendo que o trabalho pedagógico com filmes em sala exige intencionalidade pedagógica e planejamento. Na próxima seção, são apresentadas algumas possibilidades e sugestões para a prática docente com o uso de filmes no EC.

 

Possibilidades didáticas dos filmes em sala de aula

O uso de filmes comerciais como instrumentos pedagógicos possibilita a ampliação de olhares e a discussão de temáticas e conteúdos diversos no EC. Para Napolitano (2013, p. 12),[3] “os filmes têm sempre alguma possibilidade para o trabalho escolar”. Para romper com a visão utilitarista, de preenchedor de tempo, apresento uma proposta para o uso pedagógico dessa mídia em sala de aula. Pois compreendo que toda atividade fílmica deve carregar uma intencionalidade pedagógica, permitindo que o professor atue “como mediador, não apenas preparando a classe antes do filme como também propondo desdobramentos articulados a outras atividades, fontes e temas”.[3] Na sequência, apresento o encaminhamento proposto por Santos e Araújo (2022) [13] de uma ficha técnica com informações para o trabalho pedagógico com filmes. (Quadro 1) (Figura 1)

  1. Nome do filme e direção
  2. Elenco
  3. Gênero do filme
  4. Nacionalidade
  5. Sinopse
  6. Duração da aula
  7. Nível de ensino
  8. Objetivo da aula
  9. Pontos para discussão
  10. Material de leitura (sugestão)

 

Nome do filme
 
Bambi II – O Grande Príncipe da Floresta
Direção – Brian Pimental
Gênero do filme
Animação
Nacionalidade
EUA
Sinopse
Bambi II, narra a história de vida do pequeno cervo após a morte de sua mãe, quando ele passa a ser cuidado pelo pai (Grande Principe da Floresta) o qual tenta lhe ensinar como agir na floresta e as responsabilidades da posição que um dia serão dele.
Duração da aula
2-3h/a – a dinâmica da prática dependerá do planejamento do professor, que definirá se o filme será exibido na íntegra ou por meio de recortes e do encaminhamento das demais atividades
Nível de ensino
Ensino Fundamental II
Objetivo da aula
Identificar os principais conceitos de ecologia presentes no filme e discutir as questões ambientais apresentadas em Bambi II.
Pontos para discussão
Ecossistemas, interações entre espécies, hábitat, nicho ecológico, relações ecológicas, cuidado parental, cadeia e teia alimentar, ciclo de vida, estações do ano delimitadas (contextualizar as diferenças das estações nos hemisférios), conhecimentos botânicos (diversidade de espécies da flora, comportamento das plantas em diferentes estações do ano).
Questões ambientais como caça, desmatamento, queimadas, conservação ambiental; visão antropocêntrica da natureza.
Material de leitura (sugestão)
1- Fauna brasileira: surpreendente, superlativa, em risco! Fauna tem um papel fundamental na manutenção e na regeneração das áreas verdes de autoria de Patrícia Mariuzzo.
2- Quase 50 mil mamíferos do Pantanal morreram nas queimadas de 2020.
Quadro 1. Modelo de roteiro para o trabalho pedagógico com filmes.
(Fonte: Santos, Anjos; 2017).[14]

 

 


Figura 2. Bambi II – O Grande Príncipe da Floresta
(Foto: Disney. Divulgação)

 

No Quadro 2, trago algumas sugestões de séries e filmes de animação e ficção, assim como assuntos que podem ser discutidos em sala de aula. Sendo que algumas das obras cinematográficas podem ser trabalhadas com estudantes do ensino fundamental ou ensino médio a depender da intencionalidade e objetivo do professor.

 

Nome do filme
Pontos de discussão
*A Era do Gelo I, II, III, IV, V (2002, 2006, 2009, 2012, 2016)
Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida (2012)
Wall-E (2008)
Rio (2011)
Os sem floresta (2006)
Bambi I e II (1942, 2006)
Madagascar I, II, III (2005, 2008, 2012)
Bee Movie: a história de uma abelha (2007)
As Aventuras de Sammy (2010)
 Happy Feet: o pinguim (2006)
Procurando Nemo (2003)
O rei leão (2024)
Vida de inseto (1998)
Mogli: o menino lobo (2016)
Avatar I, II, III (2009, 2022, 2025)
 
Conceitos de Paleontologia
Questões de Educação Ambiental como desmatamento, poluição, queimadas, tráfico de animais e espécies vegetais, invasão e destruição de hábitats, espécies em extinção
Visão antropocêntrica da natureza
Tópicos de ecologia
Conservação da natureza e da biodiversidade
Exploração das abelhas e polinização
Bioma mundiais
Fauna e flora
Classificação dos seres vivos
Relações ecológicas
Sustentabilidade
Consumo consciente
Ecossistemas
Epidemia (1995)
Eu sou a lenda (2007)
Clube de compras Dalas (2013)
Contágio (2011)
Doenças virais
Epidemias
Saúde pública
CTS
Sonhos tropicais (2001)
Revolta da vacina
Negacionismo científico
Fake news
Educação em saúde
Tá chovendo hambúrguer I, II (2009, 2013)
Visão de Ciência
Estereótipo de cientista
Relações de gênero
Bullying
Alimentação
Obesidade
Interestelar (2014)
Teoria da relatividade
 
A Teoria de Tudo (2014)
Radioactive (2019)
Oppenheimer (2023)
 
 
História da Ciência
Visões de ciência e estereótipos de cientistas
Radioatividade
Fissão nuclear
Relação ciência, tecnologia e sociedade
Divulgação científica
Mulher na ciência
 
Divertida Mente (2015, 2024)
Questões socioemocionais
Funcionamento do cérebro e sistema nervoso
Desenvolvimento infanto-juvenil (puberdade e adolescência)
Relações sociais e pertencimento
Bullying
 
Extraordinário (2017)
Inclusão
Bullying
Síndromes genéticas
 
Estrelas além do tempo (2017)
 
História da Ciência
Mulheres na ciência
Relações de gênero
Discussões raciais
O menino que descobriu o vento (2019)
Eletricidade
Energia renováveis
Robô selvagem (2024)
Ciência e tecnologia
Relações interpessoais
 
Emergência Radioativa**
História do acidente com césio-137 em Goiânia, Brasil
Radiação
 
Show da Luna**
Diferentes conceitos científicos
Investigação científica voltada as crianças
Ada Batista**
Investigação científica voltada as crianças
Quadro 2. Indicação de nomes de séries e filmes de animação e ficção.
* Os filmes dispostos nessa linha abordam, em seu enredo, questões de educação ambiental e tópicos de ecologia, por isso, houve a opção de deixá-los agrupados.
**Séries ou programas que passam em canais abertos e de assinatura e que têm potencial para o trabalho pedagógico.

 

Considerações finais

Pensar os filmes na sala de aula é buscar uma outra forma de ensinar os conteúdos de ciências. Ensinar com arte, mas também de debater e instigar a reflexão sobre questões emergentes, como gênero na ciência, emergência climática, inclusão, questões étnico-raciais, políticas públicas e questões socioemocionais. Os filmes, por meio das histórias narradas, apresentam temas que retratam cenas imaginárias ou do cotidiano, as quais podem contribuir com o ensino.

Mesmo os filmes que apresentam erros conceituais têm potencial para debates. Por isso, é importante que os professores conheçam a obra cinematográfica proposta para a aula. Os filmes ou episódios de séries podem ser passados na íntegra ou em trechos. Para tanto, é necessária uma proposta pedagógica com roteiro, objetivos de ensino e questões para debate, sugestões de leitura, garantindo que os estudantes percebam a intencionalidade pedagógica da atividade.

 

“Os filmes, por meio das histórias narradas, apresentam temas que retratam cenas imaginárias ou do cotidiano, as quais podem contribuir com o ensino.”

 

Como já destacado os filmes nos tocam primeiro pela emoção e só depois pela razão. Neste texto, busquei apresentar alguns autores, argumentos e sugestões de filmes para o trabalho pedagógico com a sétima arte, compreendendo que os estudantes, para além dos conhecimentos científico escolares, precisam da arte, da ludicidade para constituir capacidades intelectuais, reflexivas para lidar com as situações complexas do mundo moderno.

 

Capa. A linguagem do cinema pode ser um instrumento valioso de aprendizado, pois incentiva o aluno a refletir e expressar suas percepções e significados.
(Foto: Reprodução)
Ciência & Cultura © 2022 by SBPC is licensed under CC BY-SA 4.0  
[1]VYGOTSKI, Lev Semionovitch. Manuscrito de 1929. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302000000200002. Acesso em: 12 dez. 2015.
[2] VYGOTSKI, Lev Semionovitch. Pensamento e Linguagem. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
[3] NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2013.
[4] VIANA, Marger da Conceição Ventura; ROSA, Milton.; OREY, Daniel Clark. o cinema como uma ferramenta pedagógica na sala de aula: um resgate à diversidade cultural. Ensino Em Re-Vista, Uberlângia, v. 21, n. 1, p. 137-144, jan./jun. 2014. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/emrevista/article/view/25057/13894. Acesso em: 24 out. 2015.
[5] BERNARDET, Jean-Claude. O que é cinema. São Paulo: Brasiliense, 1985.
[6] OLIVEIRA JR., Wencesláo Machado de. Filmes & Professores: Momentos de uma oralidade muito presente. Pro-Posições, v. 10, n. 1,1999, p. 163-178. Disponível em: https://www. fe.unicamp.br/pf-fe/publicacao/2001/28-cinevisoes-juniorwmo.pdf. Acesso em: 26 maio 2015.
[7] SILVA, Roseli Pereira. Cinema e Educação. São Paulo: Cortez, 2007.
[8] FARIA, Isabel Mendes; DOMINGUES, Darcylene Pereira; MATOS, Júlia Silveira. Histórias em Movimento: a Ludicidade do Cinema no Ensino de História. Cadernos do Aplicação, Porto Alegre, v. 38, 2026. Disponível em: https://:doi 10.22456/2595-4377.143111. Acesso em: 20 maio. 2026.
[9] MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação e educação, São Paulo, n. 2, p. 27-35, 1995. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/36131 Acesso em: 20 maio 2026.
[10] MOURA, Vanusa Zimmer de; SANTOS, Eliane Gonçalves dos. Abordagem da educação ambiental em dois filmes comerciais de animação. Vivências, v.17, n.33 p. 195–211, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.31512/vivencias.v17i33.425
[11] DUARTE, Rosália. et al. Produção de sentido e construção de valores na experiência com o cinema. In: SETTON, Maria da Graça Jacintho. (org.). A cultura da mídia na escola: ensaios sobre cinema e educação. São Paulo: Annablume, 2004. p. 37-52
[12] VARANI, Adriana; CHALUH, Laura Noemi. O uso do filme na formação de professores. ETD – Educação Temática Digital, Campinas, v. 10, n. 1, 2008, p. 1-23. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/1013/1028. Acesso em: 14 set. 2016.
[13] SANTOS, Eliane Gonçalves dos; ARAÚJO, Maria Cristiana Pansera de. Proposta metodológica para trabalhar a educação em saúde em aulas de Ciências e Biologia. In: SILVA, Ronaldo Adriano Ribeiro da; VENTURI, Tiago (orgs.). Pesquisas, Vivências e Práticas de Educação em Saúde na Escola. Chapecó: Ed. UFFS, 2022.
[14] SANTOS, Eliane Gonçalves dos; ANJOS, Caroline Santos. Potencialidades pedagógicas do filme Bambi no ensino de Ecologia e Educação Ambiental. Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia, Canoas, v. 6, n. 2, 2017. https://doi: 10.35819/tear.v6.n2.a2336. Acesso em: 15 maio 2026.
Eliane Gonçalves dos Santos é professora adjunta da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Cerro Largo, RS. Coordenadora de área do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência Biologia, Física, Química.

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