Luteria: entre a ciência, a técnica e a arte

A luteria é um espaço de memória cultural, experimentação e produção de conhecimento, valorizando a música e a cultura material para o progresso da arte e da ciência.

Resumo

A luteria é uma atividade situada na confluência entre ciência, técnica e arte, dedicada à construção, ao reparo e à manutenção de instrumentos musicais. Historicamente associada aos instrumentos de cordas e caracterizada pelo trabalho minucioso e predominantemente manual, sua origem remete à tradição europeia ligada à construção do violino. No contexto brasileiro, entretanto, o termo foi ampliado, passando a designar práticas construtivas relativas a diferentes famílias de instrumentos. Nesse campo, a escolha dos materiais, em especial da madeira, assume papel central, não apenas por suas propriedades físicas e acústicas, mas também pelas implicações históricas, ambientais e econômicas decorrentes de seu uso. Certas espécies consolidaram-se como referências ao longo do desenvolvimento dessas práticas construtivas; contudo, a redução de sua disponibilidade e o avanço das restrições legais impõem desafios à continuidade do ofício. O instrumento musical, compreendido como ferramenta de trabalho do músico, carrega marcas estéticas, técnicas e conceituais de seu construtor, configurando-se como objeto artístico e testemunho histórico da época em que foi construído. Observa-se a permanência de modelos construtivos consagrados, continuamente reinterpretados por meio de processos de adaptação, experimentação e criação autoral. No Brasil, a luteria desenvolveu-se a partir de influências europeias e foi profundamente moldada, ao longo do século XX, por processos migratórios, pela transmissão direta do saber artesanal e por tentativas de institucionalização do ensino. Nesse contexto, a consolidação do ensino superior em luteria integra prática técnica, reflexão acadêmica e dimensão cultural, afirmando a luteria como campo privilegiado de articulação entre conhecimento científico, prática artesanal e patrimônio cultural.

Introdução

Para situar o leitor, é preciso inicialmente definir do que trata essa atividade relativamente conhecida dos instrumentistas, porém, um pouco menos conhecida do público em geral.  A luteria designa a atividade de construir, reparar e realizar manutenção em instrumentos musicais primariamente de cordas.[1] Sua origem é a palavra francesa luth que significa alaúde, um instrumento de cordas dedilhadas e corpo em formato de pera. Historicamente designou principalmente os construtores de violino, porém, hoje no Brasil luteria é utilizada também para outros instrumentos, como os elétricos, os de sopro, algumas percussões e, alguns instrumentos de teclas como o caso do cravo. A língua portuguesa no Brasil não possui em seu vocabulário palavra própria para denominar o profissional que atua na área, sendo comum o uso dos termos franceses luthier e luthière. Alguns autores, como Roque, incluem na definição de luteria o destaque de que é a atividade de construir, reparar e realizar manutenção em instrumentos musicais de maneira minuciosa e predominantemente manual,[2] para dar o devido contraste com a produção seriada de instrumentos.

De maneira geral, o instrumento de luthier será aquele onde ações como a escolha da madeira, dimensões, acessórios e estética podem ser pensadas tanto pelo construtor quanto em conjunto com o instrumentista que o utilizará para fazer música. Instrumentos de fábrica, em geral seguem um padrão já existente e podem não ser construídos com tanta minúcia na seleção de materiais e outros detalhes, havendo, entretanto, algumas famílias de instrumentos onde a produção seriada atinge o nível de uso profissional. A produção serial e a luteria podem inicialmente parecer antagônicas; porém, de certa forma caminham juntas, uma vez que a produção seriada permite o acesso a instrumentos musicais a valores mais acessíveis e, os luthiers podem realizar ajustes em tais instrumentos para otimizá-los para o instrumentista, tendo aí um campo de trabalho. Ao leitor que pretende comprar um instrumento musical, habitualmente, este vem montado, o que é diferente de estar devidamente regulado. Sugere-se verificar no local de compra se o serviço de ajustes é oferecido ou, procurar um luthier recomendado por profissionais daquele instrumento.

A madeira, material orgânico obtido do corte de árvores, em sua variedade de cores, texturas, densidades e resistência tem sido utilizada há séculos na construção de vários instrumentos musicais e, ainda é um componente básico e estrutural dos mesmos.[1] Durante o desenvolvimento histórico dos instrumentos musicais, certas madeiras, em função das suas propriedades, estabeleceram-se como padrões dentro da construção de certos instrumentos. Porém, com o passar do tempo, a diminuição de sua abundância e, legislação mais restrita ao seu uso, tem colocado em xeque a sua utilização. Temos como caso relevante, o pau-brasil (Paubrasilia echinata) (Figura 1), cuja madeira é utilizada na confecção de arcos para instrumentos da família do violino.[3] Atualmente existe uma discussão a respeito de aumentar as restrições à sua circulação, o que afetaria tanto a construção de novos arcos quanto a circulação de arcos já existentes que não possuem documentação de origem certificada. O abeto de sitka ou espruce de sitka  (Picea sitchensis) utilizado na fabricação do tampo harmônio ou tábua harmônica do piano, parte que irradia como som a vibração das cordas, também está sujeito a restrições em seu corte.[4] Isto causa preocupações que vão desde a busca por uma madeira substituta ao aumento do custo de produção do instrumento. Convém esclarecer que não basta ser tal ou qual madeira para essa utilização, além de detalhes de orientação do seu corte, sempre se faz necessária uma seleção refinada para encontrar os troncos, tábuas ou varetas de maior potencial para a utilização nas partes dos instrumentos.


Figura 1. Flor do pau-brasil (Paubrasilia echinata), espécie historicamente associada à confecção de arcos para instrumentos da família do violino.
(Foto: Igor M. Fomin. Reprodução)

 

Para o músico, o instrumento musical é uma ferramenta de trabalho, a qual pode carregar em si expressões artísticas do seu construtor. A maioria dos instrumentos da família do violino que encontramos são cópias de instrumentos italianos dos sécs. XVII e XVIII, no sentido de que majoritariamente instrumentos de fábrica seguem essa estética e, parte dos luthiers também as utiliza como referência. Cabe ressaltar que existem luthiers que no aperfeiçoamento do seu trabalho desenvolveram modelos próprios de instrumentos. Pinturas, ornamentos e detalhes desde muito fizeram os instrumentos musicais obras de arte que vão além da ferramenta para fazer música, mostrando o elevado nível artístico de alguns luthiers,[5] como o detalhe de um violino na Figura 2.


Figura 2. Detalhe de um violino artisticamente ornamentado por Saulo Dantas-Barreto, exemplificando a dimensão estética e autoral da luteria como prática artística.
(Foto: Saulo Dantas-Barreto. Reprodução)

 

Luteria brasileira

A formação da luteria brasileira ainda carece de mais estudos, porém, alguns aspectos interessantes podem ser apresentados de forma breve. A influência portuguesa surge devido a colonização. A vinda da família real em 1808 traz consigo um conjunto de instrumentos da família das violas, cordofones dedilhados de cordas duplas, que posteriormente deram origem a um instrumento com características próprias, a viola brasileira ou viola caipira [7] como é mais conhecida em alguns meios. Coube também aos portugueses a influências inicial na luteria de violinos, como é o caso de Pedro José Gomes Braga (1814? -1863/64) e de João dos Santos Couceiro (1848-1905), ambos com relevante atuação na construção e comercialização de instrumentos musicais.[8] Couceiro teve um destino infeliz em função da reurbanização da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX, tendo cometido suicídio ao ter sua loja expropriada pela prefeitura.

O século XX acaba moldando a luteria brasileira como a conhecemos, a influência portuguesa é suplantada pela imigração italiana, na qual houve migração de profissionais com áreas de atuação relacionadas às atividades culturais, como os construtores de instrumentos. O leitor pode puxar pela memória ou fazer uma consulta aos nomes das empresas mais populares na construção de violões, para observar a origem italiana dos nomes.  A presença de luthiers formados na tradição italiana, bem como de seus descendentes e aprendizes, permitiu a adaptação de modelos clássicos às condições locais, tanto no uso de materiais quanto nas soluções técnicas e estéticas. Esse conhecimento foi transmitido principalmente pela relação direta entre mestres e discípulos, muitas vezes de forma oral e pouco documentada, o que explica as lacunas ainda existentes nessa história. Ainda assim, os instrumentos remanescentes, os registros esparsos e as iniciativas de ensino demonstram a importância desses artesãos na formação de uma tradição brasileira de luteria, marcada pela continuidade do saber manual, pela experimentação e pela inserção progressiva do Brasil no panorama internacional da construção de violinos.[9]

 

“A luteria já foi concebida como instrumento de inclusão social, valorização do saber manual e fortalecimento de identidades culturais locais.”

 

Destaca-se Luiz Bellini, que nasceu em 1935 no interior de São Paulo e, após formação inicial como entalhador de madeira no Brasil, tendo aprendido luteria com ítalo-brasileiro Guido Pascoli, transferiu-se para Nova Iorque em 1960 para aprofundar sua prática com Simone Fernando Sacconi, passando pelos ateliês de Rembert Wurlitzer e Jacques Français antes de abrir seu próprio ateliê. Atuando fora do Brasil, tornou-se reconhecido internacionalmente por cópias rigorosas de instrumentos clássicos de Stradivari e Guarneri, com destaque para a cópia do violino “Lord Wilton”, utilizada em concertos por Ruggiero Ricci e posteriormente incorporada ao acervo do Smithsonian Institution. Sua reputação consolidou-se também pelo atendimento a grandes nomes do violino do século XX, entre eles Yehudi Menuhin, Gidon Kremer e Ruggiero Ricci, situando Bellini como um dos mais relevantes luthiers brasileiros de projeção internacional.[10]

O caso da luteria da guitarra elétrica no Brasil ilustra a transição entre tradição artesanal e lógica industrial. Ao longo do século XX, o instrumento foi introduzido sob influência de práticas dedilhadas, como violão e bandolim, e do contato com a cultura estadunidense e o rock’n’roll. A familiaridade com técnicas locais facilitou a adaptação a instrumentos amplificados, tendo como marco inicial a criação do “pau elétrico”, em 1942, por Adolfo Nascimento (Dodô) e Osmar Macêdo, precursor do trio elétrico de Salvador. A indústria nacional de guitarras, inspirada em modelos estadunidenses, consolidou-se na década de 1950, motivada pela crescente demanda e restrições à importação. A produção desenvolveu-se em duas frentes: empresas já consolidadas, que ajustaram processos industriais ao contexto local, e novas oficinas artesanais, criadas especificamente para construir guitarras, combinando saberes de marcenaria, eletrônica e luteria. As limitações do mercado interno estimularam criatividade e adaptação, com processos gradualmente mecanizados, mas mantendo elementos manuais essenciais. Assim, a guitarra elétrica no Brasil emergiu do equilíbrio entre referências externas e soluções inventivas locais.[11]

 

Institucionalização

Ao longo do século XX, a luteria no Brasil passou por tentativas recorrentes de institucionalização e de ensino sistemático, geralmente vinculadas a conservatórios musicais, projetos culturais e iniciativas estatais voltadas à formação técnica e artística. Essas experiências buscaram não apenas qualificar a construção e a manutenção de instrumentos, mas também ampliar o acesso ao ofício, integrando jovens de diferentes origens sociais a uma prática artesanal especializada, capaz de articular trabalho, cultura e educação. Em diversos contextos, a luteria já foi concebida como instrumento de inclusão social, valorização do saber manual e fortalecimento de identidades culturais locais, sobretudo quando associada a políticas públicas de cultura e educação. Contudo, grande parte dessas iniciativas foi marcada pela descontinuidade, decorrente de mudanças administrativas, instabilidade de financiamento e ausência de reconhecimento institucional duradouro.[12]

 

“No recorte brasileiro, a universidade pública afirma-se como eixo central para a transformação e a democratização da luteria, ao oferecer um espaço institucional estável para a formação, a pesquisa e a prática artesanal.”

 

Como contraponto a esse cenário, destaca-se a criação do curso superior de Luteria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), institucionalizado no âmbito universitário, com estrutura acadêmica própria e permanência assegurada pela universidade, independentemente de gestões temporárias ou de verbas externas. No recorte brasileiro, a universidade pública afirma-se como eixo central para a transformação e a democratização da luteria, ao oferecer um espaço institucional estável para a formação, a pesquisa e a prática artesanal. Diferentemente dos modelos tradicionais baseados na transmissão privada e hierárquica do saber, o curso universitário de luteria possibilita acesso ampliado à formação técnica, incorpora debates contemporâneos sobre gênero, sustentabilidade e materialidade, e promove abordagens coletivas e críticas da construção de instrumentos, consolidando a luteria como campo de produção de conhecimento, inclusão social e inovação cultural.[13]

Além da formação técnica e crítica de luthiers, iniciativas universitárias e de extensão têm se voltado para setores tradicionalmente negligenciados, como o restauro e a manutenção de órgãos de tubos (Figura 3) e de outros instrumentos históricos, ampliando o alcance social, educativo e cultural das práticas artesanais ligadas à música. No contexto brasileiro, essas ações se materializam em projetos de extensão vinculados ao curso de Luteria da Universidade Federal do Paraná, que articulam ensino, pesquisa e atuação direta sobre o patrimônio musical. Exemplo emblemático dessa dimensão são os documentários Z miłości do organów (“Por amor aos órgãos”), exibido pela TVP Polonia,[14] e os vídeos disponibilizados no Globoplay, que evidenciam o trabalho de restauração, a importância simbólica e patrimonial desses instrumentos e a relação entre saber técnico especializado, memória cultural e envolvimento comunitário.[15, 16] Essas produções ilustram a necessidade de formação técnica qualificada e de políticas institucionais estáveis que integrem tanto a construção quanto a preservação de instrumentos relevantes para a identidade cultural, reforçando o papel dos projetos de extensão universitária no campo da luteria e do restauro instrumental.


Figura 3. Órgão Walcker (1902), exemplar de elevada complexidade técnica e longa permanência histórica, síntese de saber artesanal especializado, patrimônio instrumental, memória cultural e ações contemporâneas de preservação, pesquisa e extensão.
(Foto: O autor. Reprodução)

 

Em suma, a luteria configura-se como um campo dinâmico de interseção entre ciência, técnica e arte, no qual a tradição artesanal convive com processos industriais e práticas acadêmicas. A construção e manutenção de instrumentos musicais não se restringem à funcionalidade, mas incorporam dimensões estéticas, históricas e culturais, refletindo escolhas materiais, técnicas e criativas do construtor, do local e da época em questão. A institucionalização do ensino superior em luteria, aliada a projetos de pesquisa e extensão, contribui para a preservação do patrimônio instrumental brasileiro, para a democratização do conhecimento e para a formação de profissionais capazes de articular inovação, rigor técnico e sensibilidade artística. Assim, a luteria permanece como um espaço de memória cultural, experimentação e produção de conhecimento, reforçando seu papel central na valorização do fazer música e da cultura material, contribuindo para o progresso da arte e da ciência.

 

“A luteria configura-se como um campo dinâmico de interseção entre ciência, técnica e arte, no qual a tradição artesanal convive com processos industriais e práticas acadêmicas.”

 

 

(Foto: Bogdan Skorupa. Reprodução)

 

Ciência & Cultura © 2022 by SBPC is licensed under CC BY-SA 4.0  
[1] PEREIRA, Rodrigo Mateus. Luteria: coletânea de termos técnicos. Curitiba: Ed. UFPR, 2019. 179 p.
[2] ROQUE, Carlos. Luthiers: artesãos musicais brasileiros. São Paulo: Edição do Autor, 2003. 104 p.
[3] DOURADO, Henrique Autran. O arco dos instrumentos de corda. 2. ed. São Paulo: Edicon, 1999. 133 p.
[4] ZOLTNER, Rudolf. Sitka spruce shortage: a silent threat to piano making. Piano Industry Magazine, 25 ago. 2025. Disponível em: https://pianoindustryportal.com/sitka-spruce-shortage-a-silent-threat-to-piano-making/. Acesso em: 1 jan. 2026.
[5] GLOGOWSKI, Márcia. Aleijadinho, o violoncelo: a luteria de Dantas-Barreto. São Paulo: Alaúde, 2010. 88 p.
[6] CORRÊA, Roberto Nunes. Viola caipira: das práticas populares à escritura da arte (o avivamento no Brasil). São Paulo: Edição do Autor, 2018. 206 p.
[7] VILELA, Ivan. Cantando a própria história: música caipira e enraizamento. São Paulo: Edusp, 2015. 328 p.
[8] DANTAS-BARRETO, Saulo. Violinos imperiais: luteria brasileira no século XIX. 2020. 1 recurso online (143 p.). Dissertação (Mestrado em Música) — Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes, Campinas, 2020. Disponível em: https://hdl.handle.net/20.500.12733/1640821. Acesso em: 1 jan. 2026.
[9] SCHMITZ, Marcos; GUIMARÃES, Ivan. Luteria ítalo-brasileira: traços do passado. Café com Luteria, Curitiba, n. 7, p. 5–10, set. 2021.
[10] PRICE, Jason. The legacy of New York violin maker Luiz Bellini. Tarisio – Cozio Archive, 15 mai. 2024. Disponível em: https://tarisio.com/cozio-archive/cozio-carteggio/the-legacy-of-new-york-violin-maker-luiz-bellini/. Acesso em: 2 jan. 2026.
[11] MAYER, Matheus Henrique Stolarsky; PEREIRA, Rodrigo Mateus; PINTO, Geraldo Augusto. Uma perspectiva histórica sobre a produção artesanal de guitarras. Arcos Design, Rio de Janeiro, v. 18, n. 2, p. 421‑442, jul. 2025. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/arcosdesign/article/view/88503. Acesso em: 3 jan. 2026.
[12] DE LA CORTE, Rubens. Empowering Change: Innovative Public Education Models for Inclusive, Equitable, and Sustainable Lutherie Practices in Argentina and Brazil. CUNY Graduate Center. Disponível em: https://cuny.manifoldapp.org/read/empowering-change-innovative-public-education-models-for-inclusive-equitable-and-sustainable-lutherie-practices-in-argentina-and-brazil-by-rubens-de-la-corte-cuny-graduate-center/. Acesso em: 2 jan. 2026.
[13] DE LA CORTE, Rubens. Defying the Fetish: Gender Transformations and Material Culture Economy in the Lutherie Industry of Argentina and Brazil. Rising Voices in Ethnomusicology, [S. l.], 2023. Disponível em: https://risingvoicesjournal.com/211-de-la-corte. Acesso em: 2 jan. 2026.
[14] Z MIŁOŚCI DO ORGANÓW. Ola Polonia, 2025. Disponível em: https://olapolonia.tvp.pl/87395705/z-milosci-do-organow. Acesso em: 3 jan. 2026.
[15] ÓRGÃO HISTÓRICO DA IGREJA SANTO ANTÔNIO É RESTAURADO. Meio Dia Paraná, 2026. Disponível em: https://globoplay.globo.com/v/13983075/. Acesso em: 3 jan. 2026.
[16] PROJETO RESTAURA INSTRUMENTOS MUSICAIS DE MUSEU CLARETIANO. Meio-dia Paraná, 2025. Disponível em: https://globoplay.globo.com/v/14142450/. Acesso em: 3 jan. 2026.
Thiago Corrêa de Freitas é físico, Bacharel, Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Física da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde atua como Professor Associado no Setor de Educação Profissional e Tecnológica. Atuou na coordenação do curso de Luteria (vice-coordenador 2010–2015; coordenador 2022–2024), foi presidente do Comitê Setorial de Pesquisa (2014–2018) e coordenador acadêmico (2016–2017). Desenvolve pesquisas em Física Atômica e Molecular, com ênfase em colisão…

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